Você está aqui

saúde ambiental

No ano em que celebra os 30 anos de sua fundação, o Centro de Estudos em Saúde do Trabalhador e Ecologia Humana (Cesteh/ENSP), vem realizando uma série de encontros para debater temas pertinentes as suas áreas de atuação. A terceira Roda de Conversa abordou as Interseções do Ambiente na Saúde e no Trabalho. Coordenada pelo pesquisador da ENSP Aldo Pacheco, a roda contou com as falas de Ary Miranda, Liliane Reis e Fátima Moreira, também pesquisadores da Escola, além da participação de diversas das pessoas presentes ao debate.

A webconferência será proferidanesta terça-feira,29 de Julho, às 13:45, pelo pesquisador Hermano Castro Albuquerque (Dr. Saúde Coletiva Diretor da ENSP/FIOCRUZ/Cebes)

A reunião acontecerá por webconferência na sala RUTE da Fiocruz, instituição coordenadora do grupo no endereço http://webconf2.rnp.br/rutefiocruz.

A ENSP participou do debate público Mineração de Urânio em Caetité: Riscos, Saúde e Ambiente, promovido pela Comissão Paroquial de Meio Ambiente de Caetité (CPMA). Na ocasião, foi lançado o relatório Justiça Ambiental e Mineração de Urânio em Caetité/BA: Avaliação Crítica da Gestão Ambiental e dos Impactos à Saúde Pública da População, trabalho conjunto realizado pela Escola e pelo laboratório francês da Comissão de Pesquisa e Informação Independente sobre Radioatividade (CRIIRAD), fruto de uma parceria iniciada em 2011 no âmbito do projeto internacional Ejolt.

Na quarta-feira (2/4), o Centro de Estudos da Saúde do Trabalhador e Ecologia Humana (Cesteh/ENSP) realizará a sessão científica A crise socioambiental e o materialismo histórico e dialético, com palestra do pesquisador da unidade Ary Miranda. A atividade está marcada para as 13 horas, na sala 32 do Cesteh, e é aberta ao público.

O Banco de Práticas e Soluções em Saúde e Ambiente (IdeiaSUS) é uma iniciativa da cooperação técnica entre a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), o Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) e o Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems), no âmbito da Rede de Apoio à gestão Estratégica do SUS.

O documento Saúde na Rio+20: desenvolvimento sustentável, ambiente e saúde, em processo de construção pelo Grupo de Trabalho Fiocruz para a Rio+20, foi oficialmente apresentado, na manhã de quinta-feira (19/6), na Cúpula dos Povos.

Este Mapa de conflitos envolvendo injustiça ambiental e Saúde no Brasil é resultado de um projeto desenvolvido em conjunto pela Fiocruz e pela Fase, com o apoio do Departamento de Saúde Ambiental e Saúde do Trabalhador do Ministério da Saúde. Seu objetivo maior é, a partir de um mapeamento inicial, apoiar a luta de inúmeras populações e grupos atingidos/as em seus territórios por projetos e políticas baseadas numa visão de desenvolvimento considerada insustentável e prejudicial à saúde por tais populações, bem como movimentos sociais e ambientalistas parceiros.

Este artigo descreve e analisa o processo de governança em desenvolvimento sustentável aplicado ao território, no contexto da gestão estratégica, integrada e participativa, do Projeto Bocaina, por meio da caracterização, análise, monitoramento e avaliação desta experiência, em andamento nos municípios de Angra dos Reis e Paraty, no litoral do Estado do Rio de Janeiro, e município de Ubatuba, no litoral do Estado de São Paulo, Brasil, onde vivem comunidades tradicionais de três etnias: indígena, quilombola e caiçara. Da aplicação da Matriz de Análise de Efetividade de Estratégias Territorializadas de Desenvolvimento Sustentável constatou-se que há evidências de integração e apropriação das dimensões (equidade, sustentabilidade e autonomia) e dos parâmetros (diversidade, vulnerabilidade, integralidade, ecologia de saberes, territorialização, intersetorialidade, participação e empoderamento), com impacto positivo para a governança ambiental e sustentabilidade local.

Este ensaio é uma contribuição ao debate teórico-metodológico para o desenvolvimento de territórios saudáveis e sustentáveis. Aborda conceitos já incorporados à saúde coletiva e a outras das ciências humanas e sociais. A construção e a aplicação do conceito de territórios saudáveis e sustentáveis remetem a análise das ações desenvolvidas por instituições de ciência e tecnologia, pesquisa e ensino, movimentos sociais, organizações não-governamentais e governamentais. Exigem ainda pensar como ocorre o envolvimento de múltiplos atores que atuam nos territórios.