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saúde ambiental

O documento Saúde na Rio+20: desenvolvimento sustentável, ambiente e saúde, em processo de construção pelo Grupo de Trabalho Fiocruz para a Rio+20, foi oficialmente apresentado, na manhã de quinta-feira (19/6), na Cúpula dos Povos.

Documento preparado pelo GT FIOCRUZ sobre Saúde na Rio+20 (Paulo Buss, Jorge Machado, Edmundo Gallo, Daniel Buss, Danielly Magalhães, Francisco Netto e Andréia Setti).

O projeto ‘Atlas Brasileiro de Vulnerabilidades Socioambientais’ trata-se de uma parceria entre Centro Brasileiro de Análise e Planejamento - CEBRAP e o Departamento de Vigilância em Saúde Ambiental e Saúde do Trabalhador/ Secretaria de Vigilância em Saúde / Ministério da Saúde - DSAST/SVS/MS.

O texto busca contribuir para a discussão dos entrecruzamentos entre os campos da saúde ambiental e da saúde do trabalhador, referenciada no cenário brasileiro das relações produção/trabalho, ambiente e saúde e nas mudanças na organização do SUS, com destaque para o papel da atenção primária à saúde (APS), e se destina a contribuir para as discussões no processo de preparação da 1ª Conferência Nacional de Saúde Ambiental (1ª CNSA), prevista para ser realizada em dezembro de 2009.

Atua no desenvolvimento de projetos estratégicos de apoio à cooperação técnica para o desenvolvimento institucional, relacionados à vigilância em saúde ambiental e à saúde do trabalhador, na perspectiva da promoção da saúde.

Executa ações de pesquisa, ensino e capacitação, nos campos de:

A Escola Nacional de Saúde Pública da Fundação Oswaldo Cruz (ENSP/Fiocruz) em parceria com a Rede Universitária de Telemedicina (RUTE) através do SIG Saúde do Trabalhador organiza webconferências sobre temas relevantes relacionados à Saúde do Trabalhador e a Saúde Ambiental. O objetivo das webconferências é promover um processo de debates interdisciplinar sobre os temas, envolvendo pesquisadores, movimentos e militâncias, unificando as pautas de ambiente e trabalho, via movimento em rede.

O Observatório da Política Nacional de Saúde Integral das Populações do Campo e da Floresta (PNSIPCF) visa a avaliar e contribuir para implantação dessa Política por meio de uma Teia de Ecologia de Saberes e Práticas envolvendo intelectuais engajadas/os, pesquisadoras/es populares dos movimentos sociais do campo e da floresta e os gestoras/es e trabalhadoras/es do Sistema Único de Saúde (SUS).

"Territórios Saudáveis e Sustentáveis (TSS) podem ser definidos como: espaços relacionais e de pertencimento onde a vida saudável é viabilizada, por meio de ações comunitárias e de políticas públicas, que interagem entre si e se materializam, ao longo do tempo, em resultados que visam a atingir o desenvolvimento global, regional e local, em suas dimensões ambientais, culturais, econômicas, políticas e sociais." (Huet et al. 2017)