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Saúde Mental e Trabalho

Estão abertas as inscrições para o III Curso Novos Modelos de Gestão do Trabalho, Saúde Mental e Patologia, do Hospital de Clínicas de Porto Alegre (HCPA). Com carga horária de 22h/aula, o curso inicia em março e segue até junho de 2014, sempre às quartas-feiras, das 19h às 21h15. Entre os temas abordados estão psicodinâmica do trabalho, assédio moral e organizacional e atenção à saúde mental no trabalho. A capacitação tem coordenação do professor do Serviço de Medicina Ocupacional do HCPA Álvaro Roberto Crespo Merlo. Podem se inscrever no curso profissionais e estudantes da área da saúde.

Contudo, este mesmo progresso não é observado em outros indicadores. Entre eles, especificamente em relação à saúde dos trabalhadores, estudos localizados evidenciam ocorrência elevada de acidentes de trabalho nos serviços de saúde, adoecimento mental, absenteísmodoença, queixas de dores musculoesqueléticas e insatisfação dos profissionais do SUS. 

Nùmero total de nodificações de transtorno mental relacionado ao trabalho e sua estrutura relativa, em determinado espaço geográfico e CBO no ano considerado.

A edição de maio de 2018 traz importantes contribuições no âmbito do tema Trabalho, Saúde e Proteção Social, tendo como foco a relação entre as mudanças no modo de produção e as Reformas/Contrarreformas do Estado, especialmente a Reforma Trabalhista. 

Submissão de trabalhos vai até o dia 23 de abril.

Nos dias 27 e 28 de abril, o Salão Nobre da Faculdade de Medicina da UFMG receberá o Congresso Saúde Mental e Trabalho com o tema “Mal-estar no trabalho”. De acordo com o professor do Departamento de Medicina Preventiva e Social da Instituição, Helian Nunes, coordenador do evento, “a ideia é colocar em pauta a saúde mental do trabalhador, considerando o atual desconforto político, cultural e econômico, como a perda de direitos trabalhistas e aumento de desemprego, o que é um fator de risco para a depressão e o suicídio”.

Cartilha para profissionais do Sistema Único de Saúde - SUS

Esta cartilha foi produzida a partir de uma parceria do Ministério da Saúde com o Laboratório de Psicodinâmica do Trabalho vinculado ao Programa de Pós-Graduação em Psicologia Social e Institucional da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, e o Ambulatório de Doenças do Trabalho vinculado ao Serviço de Medicina Ocupacional do Hospital de Clínicas de Porto Alegre. É um dos resultados da pesquisa “Proposta para construção de rotinas de atendimento em saúde mental e trabalho em pacientes atendidos na rede do Sistema Único de Saúde”.

Introdução: os transtornos mentais atualmente constituem a terceira causa de afastamento do trabalho.

Objetivo: identificar as principais ações em saúde mental relacionada ao trabalho realizadas pelos Centros de Referência em Saúde do Trabalhador (CEREST).

Metodologia: estudo descritivo com uso de inquérito on-line realizado com os CEREST em atuação no Brasil em 2014.

"O estresse no trabalho representa importante fator de risco psicossocial associado à morbidade e mortalidade cardiovascular. A elevação da pressão arterial tem sido apontada como um possível mecanismo pelo qual o estresse no trabalho aumenta o risco cardiovascular. Mas existem grandes inconsistências na literatura a respeito dessa relação, determinadas, em grande parte, por questões metodológicas." A afirmação é da aluna do doutorado em Epidemiologia em Saúde Pública da ENSP, Leidjaira Juvanhol Lopes.

COMISSÃO DE SEGURIDADE SOCIAL E FAMÍLIA
55ª Legislatura - 1ª Sessão Legislativa Ordinária

PAUTA DE REUNIÃO ORDINÁRIA
AUDIÊNCIA PÚBLICA
DIA 10/12/2015

LOCAL: Anexo II, Plenário 06
HORÁRIO: 09h30min

Audiência Pública:

REUNIÃO DE AUDIÊNCIA PÚBLICA
(Requerimento nº 249 da Deputada Geovânia de Sá, subscrito pela Deputada Carmen Zanotto)

Tema: "Debater a Síndrome de Burnout."

Convidados:

JORGE HUET MACHADO
Coordenador Geral da Saúde do Trabalhador do Ministério da Saúde

Histórias de dois brasileiros que nasceram nos anos 1990
Por Maria Maeno

Fabio Hamilton Cruz era um entre os 12 milhões de trabalhadores terceirizados existentes no Brasil. Há aproximadamente um ano, no dia 29 de março de 2014, aos 23 anos, ele morreu trabalhando em um dos canteiros das obras da Arena Corinthians, um dos vários estádios que receberam os jogadores da Copa do Mundo. Prestava serviço para a WDS Engenharias, contratada pela empresa Fast, que por sua vez era contratada pela Odebrecht. As investigações iniciais haviam concluído, como quase sempre, que a culpa era da vítima, que havia sido negligente. Não usava cinto de segurança e despencou de uma altura de 8 metros, segundo a Fast e de 15 metros, segundo o Corpo de Bombeiros. Depois da inspeção do Ministério do Trabalho, constatou-se que o jovem não usava mesmo o cinto de segurança, pois como ele era curto, o seu uso impedia a execução do trabalho para o qual havia sido designado. A obra não tinha tampouco rede de contenção, que só depois da tragédia, foi instalada. Após o acidente, apenas a área onde havia caído foi isolada, mas os trabalhos continuaram normalmente.