Fundacentro

Rede de Pesquisa em Saúde do Trabalhador

A Rede de Pesquisa em Saúde do Trabalhador congrega trabalhadores, profissionais de saúde, estudantes, professores e pesquisadores de diversas instituições (Fiocruz, Fundacentro, Universidades, CEREST, ABET, entre outras) e representantes sindicais. Constitui uma iniciativa de caráter nacional e multicêntrico. A Rede foi lançada em uma Oficina realizada em novembro de 2016, no Rio de Janeiro, na Escola Nacional de Saúde Pública – ENSP, Fiocruz. 

Seleções abertas para o curso sobre o Método da Árvore de Causas

A partir das 14h do dia 5 de setembro, estará aberto o pré-cadastro para participar de seleção do curso “Método da Árvore de Causas na Investigação e Análise de Acidentes do Trabalho”.

De acordo com o coordenador técnico do curso, Leonidas Ramos Pandaggis, o pré-cadastro que antecede a realização do curso tem como objetivo fazer uma seleção quanto à formação profissional e o campo de atuação dos alunos, para um melhor aproveitamento do curso em face da missão institucional da Fundacentro.

Campanha contra o benzeno continua nos postos de combustíveis de MS

A campanha “Não passe do limite – Complete o tanque só até o automático”, contra a contaminação pelo benzeno nos postos de combustíveis de Mato Grosso do Sul, continua. A diretoria do Sindicato dos Empregados em Postos de Serviços de Combustíveis e Derivados de Petróleo de MS – Sinpospetro/MS faz a distribuição de folhetos com orientações sobre o perigo de contaminação por esse e outros produtos, componentes dos combustíveis, que podem causar câncer e outras doenças  tanto em frentistas e funcionários de postos, como também no próprio consumidor.

Dia 28 de Abril: A luta em memória às vítimas de acidentes e doenças do trabalho passa pela luta contra a terceirização

Histórias de dois brasileiros que nasceram nos anos 1990
Por Maria Maeno

Fabio Hamilton Cruz era um entre os 12 milhões de trabalhadores terceirizados existentes no Brasil. Há aproximadamente um ano, no dia 29 de março de 2014, aos 23 anos, ele morreu trabalhando em um dos canteiros das obras da Arena Corinthians, um dos vários estádios que receberam os jogadores da Copa do Mundo. Prestava serviço para a WDS Engenharias, contratada pela empresa Fast, que por sua vez era contratada pela Odebrecht. As investigações iniciais haviam concluído, como quase sempre, que a culpa era da vítima, que havia sido negligente. Não usava cinto de segurança e despencou de uma altura de 8 metros, segundo a Fast e de 15 metros, segundo o Corpo de Bombeiros. Depois da inspeção do Ministério do Trabalho, constatou-se que o jovem não usava mesmo o cinto de segurança, pois como ele era curto, o seu uso impedia a execução do trabalho para o qual havia sido designado. A obra não tinha tampouco rede de contenção, que só depois da tragédia, foi instalada. Após o acidente, apenas a área onde havia caído foi isolada, mas os trabalhos continuaram normalmente.

RBSO divulga chamada de artigos para o dossiê temático “Exposição ocupacional ao benzeno na cadeia de distribuição e revenda de combustíveis no Brasil”

Os efeitos nocivos à saúde relacionados à exposição ocupacional ao benzeno, substância classificada como carcinógena no Grupo 1 da International Agency for Research on Cancer (IARC), atingem trabalhadores de diversos setores produtivos, dentre eles os trabalhadores envolvidos nos processos da cadeia de distribuição e revenda de combustíveis.

Análise coletiva do trabalho executado no cultivo do abacaxi no município de Guaraçaí, São Paulo

Apresentação

Segundo o provérbio popular, “o que os olhos não veem, o coração não sente”.

A sabedoria contida nesse provérbio mostra-se muito apropriada ao mundodo trabalho, e ainda mais ao trabalho rural. Os olhos da sociedade não costumam ver osproblemas experimentados todos os dias por muitos de seus trabalhadores. O sofrimento no trabalho é, com frequência, suportado pelas vítimas de forma quase invisível.

Avaliação das tarefas no cultivo do abacaxi e os equipamentos de proteção individual

A agricultura é considerada um dos setores produtivos mais perigosos do ponto de visto do trabalho humano.

Em função das características inerentes ao trabalho agrícola, em particular pela sinergia que ocorre entre os fatores de risco presentes, os acidentes de trabalho que ocorrem no meio rural são muito danosos à saúde dos trabalhadores.

Essas constatações justificam plenamente o esforço de pesquisa direcionado à análise dos fatores de riscos e na seleção ou projeto de equipamentos de proteção que sejam eficazes e minimamente desconfortáveis.

9º Seminário de Saúde Mental e Trabalho da Grande ABC

No dia 16 de outubro de 2014, acontecerá o 9º Seminário de Saúde Mental e Trabalho da Grande ABC. Neste ano o tema é: “Saúde Mental e Trabalho: o desafio da construção de olhares e práticas multidisciplinares”. O evento será realizado no Teatro Municipal de Mauá, situado à Rua Gabriel Marques, 353 - V. Noemia-Mauá.

Os eventos ocorrem anualmente e são organizados pelos CERESTs de Diadema, Mauá, Santo André e São Bernardo do Campo e conta com o apoio da RENAST, CRP 06 - SubSede ABC, Fundacentro-SP, e Universidade Metodista.

Mortalidade por acidente de trabalho em setor de mineração é muito alta, diz pesquisador

O pesquisador Celso Salim, da Fundacentro – entidade de pesquisa ligada ao Ministério do Trabalho e Emprego –, afirmou há pouco que a mineração é o quarto setor da economia com mais acidentes de trabalho no País e o segundo em taxa de mortalidade por acidente de trabalho. Ele participa de audiência pública conjunta das comissões de Legislação Participativa; e de Direitos Humanos e Minoria sobre as condições de saúde e segurança da mineração brasileira.

Páginas

Subscribe to RSS - Fundacentro