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Região Centro-Oeste (5)

Código: 
5
Nível: 
Região

Informações no sistema

Período: 2.007 a 2.017
Número total de vínculos (RAIS): 65.160.494
Número total de registros de acidentes e doenças do trabalho (AEAT): 488.973
Número de notificações de agravos relacionados ao trabalho (SINAN): 103.317

Dando continuidade ao trabalho de formação dos profissionais da Rede Nacional de Atenção Integral à Saúde do Trabalhador (RENAST), uma das diretrizes da Política Nacional de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora (PNSTT), o Ministério da Saúde por meio da Coordenação Geral de Saúde do Trabalhador (CGST/DSAST/SVS/MS)...

No período de 04 a 06 de dezembro de 2018 acontecerá em Brasília (DF) a 2ª Jornada Nacional de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora. O evento é organizado pela Coordenação-Geral de Saúde do Trabalhador do Departamento de Vigilância em Saúde Ambiental e Saúde do Trabalhador do Ministério da Saúde (CGST/DSAST/SVS/MS).

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A indústria de carnes é conhecida como perigosa para a saúde e a segurança dos trabalhadores, por se associar a doenças musculoesqueléticas, agravadas pelas baixas temperaturas e umidade, doenças transmissíveis pelo contato com material biológico, dentre outras. Porém, pouco se sabe sobre a morbimortalidade dos trabalhadores deste ramo. Assim, esse artigo prentende demonstrar dados sobre a distribuição, causas de mortes e de enfermidades notificadas e que levaram à incapacidade para o trabalho, com estimativas de morbimortalidade de acordo com descritores sociodemográficos dos trabalhadores da indústria de carnes e abate.

O trabalho infantil, que corresponde, no Brasil, à atividade laboral de menores de 14 anos, é ilegal. Apesar dos esforços para a sua erradicação nas duas últimas décadas, ainda atinge aproximadamente 710 mil crianças de 10 a 13 anos, e um total de 3,4 milhões de 10 a 17 anos de idade (IBGE, 2010). Este artigo pretende apresentar estimativas do número de casos de acidentes de trabalho fatais e os coeficientes de mortalidade para esse grupo de idade. 

Baseando-se em dados divulgados pelo Instituto Nacional de Seguro Social (INSS) para trabalhadores segurados entre 2000 e 2007, verifica-se que o número de óbitos por acidente de trabalho (AT) decresceu nesse período, passando de 3.094 óbitos em 2000 para 2.804 em 2007, queda de 9,3%. Isso ocorreu tanto para os homens (8,2%) como entre as mulheres (25,1%). O coeficiente de mortalidade por acidentes de trabalho, (CM-AT), também chamado de taxa de mortalidade anual, se reduziu (42,9%) caindo de 17,5x100.000 para 10,0x100.000 trabalhadores segurados (Figura 1).