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Rio de Janeiro - RJ (330455)

Abas primárias

Código: 
330455
Nível: 
Município

Informações no sistema

Período: 2.007 a 2.018
Número total de vínculos (RAIS): 41.506.200
Número total de registros de acidentes e doenças do trabalho (AEAT): 276.696
Número de notificações de agravos relacionados ao trabalho (SINAN): 25.650

Estão abertas as inscrições para o curso Assédio Moral no Trabalho, oferecido pelo Grupo Direitos Humanos e Saúde Helena Besserman (DIHS/ENSP).

Com o objetivo de aprofundar conhecimentos e habilidades técnicas em setores específicos do saber, a ENSP está com inscrições abertas para cinco cursos de especialização e dois de atualização em sua grade. Os cursos, que atraem estudantes brasileiros, latino-americanos e dos Países Africanos de Língua Portuguesa (Palops), integram o programa de formação baseado em competências. O programa é percebido como fundamental para o aprimoramento do SUS e o fortalecimento das ações e serviços de saúde nas esferas local, nacional e, cada vez mais, global.

O Centro de Estudos da Saúde do Trabalhador e Ecologia Humana da Escola Nacional de Saúde Pública (Cesteh/ENSP) promoveu, no dia 3 de maio, o evento Acidentes de Trabalho no Brasil: realidades e desafios, em memória ao Dia Mundial das Vítimas de Acidentes de Trabalho e Doenças do Trabalho, lembrado em 28 de abril, e em comemoração ao Dia do Trabalhador, celebrado mundialmente em 1º de Maio.

Já estão disponíveis para download na Biblioteca Multimídia da ENSP as três edições (10, 11 e 12) de 2014 dos boletins Fonoaudiologia na Saúde do Trabalhador, elaborados pelo Serviço de Audiologia do Centro de Estudos da Saúde do Trabalhador e Ecologia Humana da ENSP e pelo Centro de Referência em Saúde do Trabalhador do Estado do Rio de Janeiro (Cerest/Sesdec-RJ).

O Centro de Estudo em Saúde do Trabalhador e Ecologia Humana da Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca (Cesteh/Ensp/Fiocruz/MS) convida para a III Oficina de Formação e Qualificação em Saúde do Trabalhador – diálogo com os atores da prática - com o objetivo de discutir as necessidades de formação e qualificação em Saúde do Trabalhador, apontar as fragilidades e potencialidades do modelo pedagógico adotado atualmente e propor uma reflexão sobre a formação de atores-chaves para os serviços e programas de saúde do trabalhador no país.

Seguindo os pressupostos da Educação do Campo - entendida como processo e resultado das contradições e conflitos em que camponeses e trabalhadores rurais estão envolvidos - e da pedagogia da alternância, que respeita a dinâmica de trabalho dos educandos com seus territórios, a ENSP torna pública a seleção para o curso de mestrado profissional em Trabalho, Saúde, Ambiente e Movimentos Sociais.

Comunicados do Ipea nº 156 e 157, com base na PNAD 2011, serão apresentados no Rio de Janeiro

O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) divulga em coletiva de imprensa na quinta-feira, 11, às 11h, no auditório do 10º andar da Avenida Presidente Antônio Carlos, 51, no Centro do Rio de Janeiro, novas conclusões sobre a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD 2011), nos Comunicados nº 156 –Análise do mercado de trabalho brasileiro, e 157, Tendências Demográficas.

No ano em que celebra os 30 anos de sua fundação, o Centro de Estudos em Saúde do Trabalhador e Ecologia Humana (Cesteh/ENSP), vem realizando uma série de encontros para debater temas pertinentes as suas áreas de atuação. A terceira Roda de Conversa abordou as Interseções do Ambiente na Saúde e no Trabalho. Coordenada pelo pesquisador da ENSP Aldo Pacheco, a roda contou com as falas de Ary Miranda, Liliane Reis e Fátima Moreira, também pesquisadores da Escola, além da participação de diversas das pessoas presentes ao debate.

Um exemplo concreto, atual e urgente. O curso de especialização em Saúde do Trabalhador e Ecologia Humana terá uma aula aberta sobre a Caravana do Rio Doce, que percorreu os territórios atingidos pela tragédia-crime da Samarco-Vale-BHP durante o mês de abril. Marcelo Firpo, pesquisador do Cesteh, falará da sua experiência na caravana, que serviu não só para denunciar o crime socioambiental do rompimento da barragem de rejeitos em Mariana-MG, mas também para trocar conhecimentos com povos tradicionais que vivem às margens dos rios que formam a bacia do Rio Doce.