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Durante o III Encontro Nacional de Vigilância em Saúde em Postos de Combustíveis, ocorrido de 11 a 13/9, foi reservado um espaço para o relato de experiências exitosas dos Centros de Referência em Saúde do Trabalhador (Cerest) de três estados: Bahia, Rio Grande do Sul e São Paulo. As palestrantes abordaram o tema Avaliação da implementação do roteiro de inspeção em postos de combustíveis: intervenção, avaliação ambiental e formação. Segundo estudos atuais, estima-se o número de potenciais expostos ao benzeno, no Brasil, em 718.445 e de prevalência da exposição em 8,3/1.000 trabalhadores.

O trabalho infantil, que corresponde, no Brasil, à atividade laboral de menores de 14 anos, é ilegal. Apesar dos esforços para a sua erradicação nas duas últimas décadas, ainda atinge aproximadamente 710 mil crianças de 10 a 13 anos, e um total de 3,4 milhões de 10 a 17 anos de idade (IBGE, 2010). Pobreza e trabalho infantil são correlacionados e ambos vêm se reduzindo como resultado de políticas sociais, entre elas o PETI.

Toneladas de agrotóxico que tiveram a venda proibida há anos permanecem estocadas nas propriedades rurais. Em São Paulo, uma campanha quer recolher todo esse produto.

Na propriedade em Salto de Pirapora, o agricultor Carlos Medeiros tem 180 quilos de Audrim, o agrotóxico banido na década de 80. O produto está no galpão do sítio. Quando soube que o governo irá fazer o recolhimento, ele fez um cadastro e agora espera o próximo passo. "Quanto antes o governo conseguir recolher e dar a destinação adequada, será um alívio", diz.

O CEREST Guarulhos convida as Vigilâncias Sanitárias e Epidemiológicas do Alto Tietê a participar do Fórum Regional em Saúde do Trabalhador a realizar-se no dia 28/09/2012 da 8:30 às 12:00 horas no Município de Biritiba Mirim. O local do evento será na Centro Pastoral próximo à Prefeitura –Rua Gildo Sevali, s/n Centro.

Maiores informações sobre o local poderão se obtidas nos telefones do 4692-6271 R- 247 ou 4692-1294 VISA de Biritiba ou no CEREST 2472-5495 – Eng. Marcelo ou Enf. Luciana.

Pauta:

O material usado para fabricar caixas d'água e telhas pode provocar danos à saúde

Uma ação da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e da Associação Brasileira das Indústrias e Distribuidores de Fibrocimento (Abifibro) vai buscar conscientizar a comunidade sobre os males causados pelo amianto. O material usado na construção civil, para fabricar produtos como caixas d'água e telhas, pode provocar danos à saúde dos trabalhadores e consumidores.

A pesquisa teve como objetivo estudar as estratégias e redes sociais utilizadas por trabalhadores informais em situações de infortúnio. Foram entrevistados dezesseis trabalhadores da construção de edificações de São Carlos (SP). Procuramos entender como esses trabalhadores lidam com a perda da capacidade de trabalho diante do contexto de precariedade e como percebem tais situações. As análises qualitativas apontam que a maior parte dos entrevistados encontra dificuldades financeiras para adquirir formas privadas de proteção.

Só em 2010, o Brasil utilizou cerca de 1 bilhão de litros de agrotóxico, em um negócio que movimentou mais de sete bilhões de dólares. Nos últimos anos, a Anvisa restringiu severamente o uso de substâncias comuns em agrotóxicos industrializados.

Fonte: Globo.com

Destaque do trabalho de Sergipe está na parceria com as redes de supermercados locais e na conscientização da população

O reconhecimento do trabalho desenvolvido pela Diretoria de Vigilância Sanitária (Divisa), da Secretaria de Estado da Saúde (SES), em fazer parceria com o setor regulado e educativo com a população, foi além das fronteiras do território sergipano.

A Fundacentro lançou no final de fevereiro a publicação Avaliação Qualitativa de Riscos Químicos. O material apresenta uma ferramenta para avaliar o risco químico e sugere medidas básicas de controle. Pequenas e médias empresas que utilizam esses produtos são o público alvo. O objetivo é que essas substâncias sejam manuseadas com segurança, e a exposição dos trabalhadores controlada.