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TEMA: Precarização, Terceirização do Trabalho e Mortes no Setor Elétrico Brasileiro. Estudo do DIEESE realizado a partir da base de dados da Fundação Comitê de Gestão Empresarial - Fundação COGE, entidade que reúne 64 empresas responsáveis por quase 90% da energia produzida no país mostra que mais de 50% da força de trabalho do setor elétrico é terceirizada. Mostra também que na região Nordeste o percentual de terceirização está acima da média nacional, e conclui pela existência de maior risco de morte associada ao segmento terceirizado da força de trabalho.

Nesta sexta-feira (24/01/2014), o jornal O Globo publicou artigo da Associação Brasileira de Saúde Coletiva sobre a questão dos agrotóxicos no Brasil.O texto é assinado pelo Professor Fernando Carneiro, coordenador do GT Saúde e Ambiente.

Desânimo, apreenção e angustia. Em 2011, a Previdência Social concedeu mais de 15 mil aposentadorias por trabalhadores vítimas de adoecimento mental. Já os auxílios doença concedidos por causa de quadros depressivos chegam a 82 mil em todo o país, 20% mais que em 2010. O crescimento baseia-se na precarização das relações de trabalho impostas em péssimas condições, jornadas prolongadas e medo do desemprego. Especialistas também apontam o assédio moral como um grave problema presente no mundo do trabalho.

No contexto da globalização, o trabalho domiciliar está incorporado ao processo brasileiro de reestruturação produtiva e necessita ser desvendado. Para ampliar esse conhecimento, realizou-se uma revisão integrativa da literatura nacional, por meio das bases de dados LILACS e SCIELO, relativa ao período de 2000 a 2009, sobre o trabalho domiciliar, as condições em que ele acontece e suas repercussões na saúde dos trabalhadores, com o propósito de contribuir para o desenvolvimento de ações de vigilância em saúde para esta categoria de trabalhadores.

Ao todo, nove volumes da Série “Cidadania para a Saúde: Temas fundamentais para a Reforma Sanitária” já estão disponíveis para download. Além dos livros digitais é possível visualizar as vídeo aulas correspondentes.

A Série faz parte do Projeto “Formação em Cidadania para Saúde: Temas Fundamentais da Reforma Sanitária” e aborda assuntos difíceis e muito caros para a Reforma Sanitária. O intuito é fortalecer e ascender os debates.

A sessão científica Silicose: passado, presente e futuro realizada no Centro de Estudos da Saúde do Trabalhador e Ecologia Humana (Cesteh/ENSP), no dia 26/2, alertou sobre as causas de uma das mais graves doenças pulmonares ocasionada pela inalação de poeiras minerais contendo partículas de sílica livre. Apresentada pela pneumologista do Ambulatório de Pneumopatias Ocupacionais do Cesteh, Patrícia Canto Ribeiro, a palestra contou, ainda, com a presença do também pneumologista e diretor da ENSP, Hermano Castro.

A Fundacentro lançou no final de fevereiro a publicação Avaliação Qualitativa de Riscos Químicos. O material apresenta uma ferramenta para avaliar o risco químico e sugere medidas básicas de controle. Pequenas e médias empresas que utilizam esses produtos são o público alvo. O objetivo é que essas substâncias sejam manuseadas com segurança, e a exposição dos trabalhadores controlada.

O Centro de Estudos da Saúde do Trabalhador e Ecologia Humana (Cesteh/ENSP) promoverá, no dia 27 de julho, aula aberta do Mestrado Profissional em Vigilância em Saúde do Trabalhador com o tema Estratégias de Vigilância em Saúde do Trabalhador relacionadas ao amianto, silíca e benzeno: Por onde caminhamos? A atividade contará com a participação de Regina Dal Castel Pinheiro, do Centro de Referência em Saúde do Trabalhador de Santa Catarina (Cerest/SC), Fátima Sueli Neto Ribeiro, professora da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj) e Simone Alves do Santos, diretora técnica da Divisão