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trabalho em saúde

A pandemia causada pelo novo coronavírus (SARS-CoV-2) configura quadro de emergência de saúde pública mundial. Algumas categorias ocupacionais têm risco elevado de exposição à infecção, como os(as) trabalhadores(as) da saúde. Neste artigo objetiva-se sumarizar e sistematizar aspectos relativos às condições de trabalho e de saúde dos/as trabalhadores/as da saúde nessa pandemia, enfatizando a situação no Brasil, experiências exitosas na proteção do trabalho em saúde em outros países e recomendações para o contexto brasileiro.

O Curso Saúde Ocupacional e Controle de Infecções no Setor Saúde concentra-se na proteção individual. Leve em conta que este é apenas um elemento para proteger os trablahdors na área da saúde para evitar o contato e a transmição de doenças infecciosas. Considere os fatores sociais e ambientais implecados em causar e transmitir enfermidades e os padrões de hierarquia de controle em saúde ocupacional.

 

A doença do novo Coronavírus-2019 denominada (COVID-19) é uma enfermidade respiratória causada pelo vírus SARS-CoV-2. Em dezembro de 2019, a Organização Mundial de Saúde (OMS) começou a monitorar um aumento de casos de pneumonia de causa desconhecida na cidade de Wuhan, na China. Em 7 de janeiro de 2020, as autoridades chinesas informaram que a causa era esse novo tipo de coronavírus.

O avanço e a consolidação do Sistema Único de Saúde (SUS) se evidenciam, grosso modo, no crescimento da cobertura das áreas pelas equipes do Programa Saúde da Família (PSF), no aumento da expectativa de vida ao nascer e na diminuição da mortalidade infantil e em menor grau da mortalidade materna em todos os 26 estados e respectivos municípios e no Distrito Federal. 

A publicação “Condições de Saúde e Trabalho no Setor Saúde”, é resultado do Programa de Cooperação Internacional em Saúde da OPAS/OMS e SGTES/MS (TC 41) e está disponível no site da OPAS (links abaixo). O livro integra a série Nescon de Informes Técnicos Nº 2, da Universidade Federal de Minas Gerais, sob a coordenação do dr. Francisco Eduardo Campos.

Nesse sentido, a Diretoria de Vigilância em Saúde Ambiental e Saúde do Trabalhador/ Centro de Referência em Saúde do Trabalhador-Cerest Tocantins e a Diretoria de Vigilância das Doenças Vetoriais e Zoonoses, recomendam a paramentação dos Agentes de Combate a Endemias, conforme protocolos nacionais e internacionais, seguindo as orientações pelo nível de risco de contaminação, sendo esta atividade considerada como médio risco.

 

A quinta edição do Boletim CoVida, intitulada “A saúde dos trabalhadores de saúde no enfrentamento da pandemia da Covid-19”, foi elaborada a partir de uma síntese de evidências científicas, baseada em revisão de artigos publicados em revistas nacionais e internacionais.

O livro, organizado pela professora Ada Ávila Assunção (MPS) e pelo coordenador geral de Saúde do Trabalhador da Secretaria de Vigilância em Saúde do MS, Jorge Huet Machado, será lançado no próximo mês de novembro, no Congresso Nacional da Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco), em Porto Alegre.