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Escola Nacional de Saúde Pública

Profissionais de saúde, sociólogos, poetas, estudantes e uma vontade de pensar e agir em rede. Nos dias 21 e 22 de novembro, foi realizada a Iª Oficina - Rede de Pesquisa em Saúde do Trabalhador. O objetivo do encontro foi dar o primeiro passo para a constituição dessa rede que, ao reunir pessoas de formações e áreas de atuação diversas, discuta os temas mais urgentes que dizem respeito ao mundo do trabalho.

O Centro de Estudos da Saúde do Trabalhador Ecologia Humana(Cesteh/ENSP/Fiocruz) convida para a webconferência sobre “Vigilância em Saúde do Trabalhador”, que ocorrerá no dia 10 de setembro de 2019, das 14 às 16 horas (horário de Brasília-DF).

Esta atividade terá como convidado Luiz Carlos Fadel de Vasconcellos, Departamento de Direitos Humanos, Saúde e Diversidade Cultural, da Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca (DIHS/ENSP/FIOCRUZ).

O Centro de Estudos da Saú de do Trabalhador e Ecologia Humana (CESTEH), ao longo da última década, vem oferecendo o Curso de Especialização em Saúde do Trabalhador e Ecologia Humana na modalidade a distância (CEST-AD).

Na próxima terça-feira, 27 de junho, será realizada mais uma webconferência fruto da parceria entre o Centro de Estudos da Saúde do Trabalhador e Ecologia Humana (Cesteh/ENSP) e a Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP), através Rede Universitária de Telemedicina (RUTE). Com o tema VigiaSUS do Paraná, a webconferência contará com a participação do diretor do Centro Estadual de Saúde do Trabalhador do Paraná, José Lúcio dos Santos.

A webconferência ocorrerá hoje, às 14 horas.

"Passados quase trinta anos da Lei dos Agrotóxicos, idade semelhante à da chamada Constituição Cidadã de 1988 e das Leis Orgânicas de Saúde aprovadas em 1990 que regulamentaram o Sistema Único de Saúde (SUS), vivemos um retrocesso civilizatório." Assim se refere o pesquisador Marcelo Firpo ao Projeto de Lei (PL) nº 6.299/2002, denominado de Pacote do Veneno, em seu artigo publicado no Cadernos de Saúde Pública.

Ampliar as reflexões sobre os instrumentos e as perspectivas de intervenção na relação entre saúde e trabalho. Esse é um dos objetivos do Seminário Internacional Saúde no Trabalho: dos inquéritos europeus aos instrumentos e práticas locais de intervenção. O evento, que será realizado em maio, em Portugal, é fruto de um projeto de cooperação internacional apoiado pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e a Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT). Entre as instituições envolvidas, estão a ENSP e a Universidade do Porto, em Portugal.

A criação do SUS representa um marco histórico do direito à saúde, proposto pelo Movimento de Reforma Sanitária e preconizado na Constituição Federal de 1988. As mudanças no perfil demográfico e epidemiológicos da população e o desmonte das políticas de proteção social em curso acarretam graves consequências para a saúde dos trabalhadores, que o SUS é desafiado a enfrentar.

O 5º Seminário Temático do Curso de Aperfeiçoamento em Saúde do Trabalhador e Ecologia Humana de Santa Maria/RS abordará o tema “Direito, Trabalho e Saúde: questões contemporâneas".  O evento contará com a particpação de Luiz Carlos Fadel de Vasconellos, médico do trabalho e pesquisador da Fiocruz e de advogados e membros das Comissões Especiais de Advogados Previdenciaristas e de Direito Médico e da Saúde da OAB.

O evento ocorrerá nesta quarta-feira, dia 18 de setembro de 2019, no autiório da OAB Santa Maria, de 14 às 18 horas.

 

 

A Política Nacional de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora tem como finalidade definir os princípios, diretrizes e estratégias a serem observados pelas três esferas de gestão do Sistema Único de Saúde (SUS), para o desenvolvimento da atenção integral à saúde do trabalhador, com ênfase na vigilância, visando à promoção e à proteção da saúde dos trabalhadores, além da redução da morbimortalidade decorrente dos modelos de desenvolvimento e processos produtivos.

No passado, eles tiveram que enfrentar ameaças das empresas, espiões e, principalmente, a dor de perder amigos, colegas e parentes contaminados com amianto. Hoje, quase um ano depois da decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de banir o uso do mineral, a luta é para um acompanhamento adequado daqueles que ainda podem adoecer, para lidar com o os rejeitos que se espalham pelo ambiente e para que a lei seja efetivamente aplicada.