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Santa Catarina (42)

Código: 
42
Nível: 
Estado

Informações no sistema

Período: 2.007 a 2.018
Número total de vínculos (RAIS): 39.443.866
Número total de registros de acidentes e doenças do trabalho (AEAT): 488.818
Número de notificações de agravos relacionados ao trabalho (SINAN): 38.912

É imensa a sensação de dever cumprido e alegria que a Coordenação do 1º Curso de Especialização a Distância de Epidemiologia em Saúde do Trabalhador, (Cepist I), o Instituto de Saúde Coletiva e a Universidade Federal da Bahia apresentam ao público uma seleção de monografias de conclusão deste curso. Foi durante a gestão do Sr. Carlos Vaz, à frente da Coordenação-Geral de Saúde do Trabalhador (CGSAT), que foram iniciadas as tramitações para a oferta desse Curso, o primeiro no Brasil sobre esta temática.

Este é um livro que extrapola o âmbito de abrangência da pesca artesanal. Os estudos e experiências aqui retratadas podem servir de interesse aos profissionais do campo da saúde do trabalhador e da saúde pública que, finalmente, dispõem de uma obra temática e compartilhada por diversos autores, com informações técnicas e científicas extensivas às categorias não assalariadas, agrícolas, artesãs, tradicionais ou não, que estão desassistidas no direito universal à atenção à saúde do trabalhador.

Município Sede: 
Telefone: 
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(47) 3481-5105
(47) 3417-1368

A II Conferência Macrorregional sobre Saúde do Trabalhador começou na manhã de ontem, 21 de maio e termina hoje, na UnC campus Mafra no auditório do bloco G.

O evento, que tem como tema, “Saúde do trabalhador, direito de todos e dever do Estado”, abrange gestores e prestadores de serviços, usuários e trabalhadores da saúde, divididos entre os municípios de Mafra, Itaiópolis, Papanduva, Monte Castelo, Rio Negrinho, Campo Alegre, Canoinhas, Três Barras, Porto União, Bela Vista do toldo, Irineópolis, Major Vieira e São Bento do Sul.

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(49) 3321-0090
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Nos três primeiros meses deste ano, 31 pessoas morreram em acidentes de trabalho em Joinville. É uma morte a cada três dias, em média, segundo estatísticas do Centro de Referência em Saúde do Trabalhador (Cerest) da cidade. O número já é quase o mesmo que o registrado ao longo de todo o ano passado, quando 35 trabalhadores se tornaram vítimas do próprio ofício.

Não há nada que possa ser feito para recuperar essas vidas, mas lembrar suas memórias e cobrar políticas em defesa dos trabalhadores podem ajudar a evitar novas mortes.