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Região Sul (4)

Abas primárias

Código: 
4
Nível: 
Região

Informações no sistema

Período: 2.007 a 2.018
Número total de vínculos (RAIS): 144.392.213
Número total de registros de acidentes e doenças do trabalho (AEAT): 1.666.263
Número de notificações de agravos relacionados ao trabalho (SINAN): 160.814

Brasília – A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) lançou uma cartilha com orientações para trabalhadores rurais que trabalham com agrotóxicos. O objetivo é que eles saibam como evitar intoxicações.

De acordo com os dados do Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmcaológicas da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), em 2009, foram registradas 188 mortes por agrotóxicos e 11.641 casos de intoxicação. O agrotóxico de uso no campo é a segunda causa de intoxicação no país, ficando atrás apenas dos medicamentos, que somaram 26.540 registros no mesmo ano.

O Centro de Referência em Saúde do Trabalhador (Cerest) de Criciúma atende em novo horário. O expediente dos colaboradores inicia às 12 horas e encerra às 18 horas, de segunda-feira a sexta-feira, na sede da instituição. Um dos principais motivos da mudança está no tempo ininterrupto de atendimento. De acordo com a coordenadora, Sheila Fernanda Madeira, as ações principais do grupo estão focadas na conscientização dos trabalhadores que devem saber da importância da notificação de acidentes de trabalho.

Município Sede: 
Telefone: 
(55) 3331-8894
(55) 3333-4855

Ocorrerá no dia 29/06/2012 (sexta-feira), às 13:30h, o "Fórum Interinstitucional em Defesa da Saúde do Trabalhador", realizado pelo Ministério Público do Trabalho (MPT), pelo Centro de Referência em Saúde do Trabalhador - Macro Regional Norte I (CEREST-PR), pelo Instituto Nacional de Seguro Social - Previdência Social (INSS) e pela Prefeitura Municipal de Londrina (PML), com o apoio do Serviço Social de Transporte e Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte (SEST/SENAT).

O Fórum será realizado no Auditório do SEST/SENAT, à Rua Santa Terezinha, nº 1377, em Londrina-PR.

Nos três primeiros meses deste ano, 31 pessoas morreram em acidentes de trabalho em Joinville. É uma morte a cada três dias, em média, segundo estatísticas do Centro de Referência em Saúde do Trabalhador (Cerest) da cidade. O número já é quase o mesmo que o registrado ao longo de todo o ano passado, quando 35 trabalhadores se tornaram vítimas do próprio ofício.

Não há nada que possa ser feito para recuperar essas vidas, mas lembrar suas memórias e cobrar políticas em defesa dos trabalhadores podem ajudar a evitar novas mortes.