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saúde ambiental

Este Mapa de conflitos envolvendo injustiça ambiental e Saúde no Brasil é resultado de um projeto desenvolvido em conjunto pela Fiocruz e pela Fase, com o apoio do Departamento de Saúde Ambiental e Saúde do Trabalhador do Ministério da Saúde. Seu objetivo maior é, a partir de um mapeamento inicial, apoiar a luta de inúmeras populações e grupos atingidos/as em seus territórios por projetos e políticas baseadas numa visão de desenvolvimento considerada insustentável e prejudicial à saúde por tais populações, bem como movimentos sociais e ambientalistas parceiros.

Reportagens publicadas em diversos jornais, na semana de 3 a 7 de novembro, mostraram um estudo da ENSP sobre conflitos sociais e ambientais no Brasil, por meio do Mapa da Injustiça Ambiental e Saúde. Marcelo Firpo, um dos responsáveis pela pesquisa, acredita que o modelo de densenvolvimento que estamos seguindo seria a principal causa dessas tensões. Para ele, não há crescimento econômico que justifique violência ou perda de qualidade de vida da população. Veja, abaixo, a íntegra da reportagem do jornal O Globo.

Os Programas de Pós-Graduação em Saúde Pública, Saúde Pública e Meio Ambiente e Epidemiologia em Saúde Pública da ENSP divulgaram os procedimentos para a inscrição de candidatos externos interessados nas disciplinas oferecidas pelos respectivos programas no 1º semestre de 2015. Do mesmo modo, foram publicadas as orientações para matrícula dos alunos de mestrado e doutorado dos programas de Saúde Pública, Saúde Pública e Meio Ambiente e Epidemiologia em Saúde Pública anteriores a 2015. Para os alunos com entrada no próximo ano, os procedimentos exigidos também estão disponíveis.

Asfoc e Cebes apresentam o Almanaque da Saúde do Trabalhador, um manifesto de luta em defesa da vida e da saúde que, como se referem com sensibilidade os coordenadores na introdução, procura traduzir a Alma do vasto campo de conhecimento da Saúde do Trabalhador.

Trata-se de uma contribuição que, indubitavelmente, será um marco no debate público de temas estratégicos para construção da possibilidade de outro mundo aqui e agora de dignidade, respeito, solidariedade, amizade e amor.

O médico, professor e pesquisador do Núcleo de Estudos Ambientais e Saúde do Trabalhador (Neast) da Universidade Federal de Mato Grosso, Wanderlei Pignati – que também é membro do Grupo Temático Saúde e Ambiente da Abrasco – participou de uma Audiência Pública realizada no Auditório da OAB, em Cuiabá no último dia 12 de junho, para debater a utilização de agrotóxicos nas lavouras de Mato Grosso. O pesquisador alerta para os altos índices de câncer infantojuvenil e má formação fetal em gestantes que residem próximo às áreas onde os produtos são pulverizados.

Alinhado com a missão institucional, e dialogando com as teses aprovadas no VIII Congresso Interno da FIOCRUZ, a vice-presidência de Ambiente, Atenção e Promoção da Saúde (VPAAPS) dá início ao Ciclo de Estudos Saúde e Ambiente, Saúde do Trabalhador e Emergência em Saúde – COVID 19, com o objetivo de contribuir na atualização da produção, disseminação e compartilhamento de conhecimentos e tecnologias em Saúde, Ambiente e Sustentabilidade, voltados para o fortalecimento e a consolidação do Sistema Único de Saúde, a promoção da saúde e a qualidade de vida da população brasileira.

O Programa de Pós-Graduação Mestrado Profissional em Políticas Públicas de Saúde (PPGPPS/Fiocruz Brasília), em consórcio com a Coordenação do Programa de Pós-Graduação em Saúde Pública, Modalidade Profissional do Instituto Aggeu Magalhães – IAM/Fiocruz Pernambuco (PPGSP-MP/IAM/Fiocruz Pernambuco) publicou, nesta terça-feira (15/10), Chamada Pública de Seleção para o curso de Mestrado Profissional com enfoque na Promoção e Vigilância em Saúde, Ambiente e Trabalho.

Este ensaio é uma contribuição ao debate teórico-metodológico para o desenvolvimento de territórios saudáveis e sustentáveis. Aborda conceitos já incorporados à saúde coletiva e a outras das ciências humanas e sociais. A construção e a aplicação do conceito de territórios saudáveis e sustentáveis remetem a análise das ações desenvolvidas por instituições de ciência e tecnologia, pesquisa e ensino, movimentos sociais, organizações não-governamentais e governamentais. Exigem ainda pensar como ocorre o envolvimento de múltiplos atores que atuam nos territórios.