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Seminário “Revisitando as Normas Regulamentadoras de Segurança e Saúde no Trabalho”

CEREST Pindamonhangaba - sex, 25/05/2018 - 06:51
No dia 07 de junho, a Fundacentro de Pernambuco promove o seminário “Revisitando as Normas Regulamentadoras de Segurança e Saúde no Trabalho”, das 8h30 às 17h30, no auditório da Associação das Empresas do Mercado Imobiliário de Alagoas (ADEMI-AL), localizada na avenida Comendador Gustavo Paiva, 2.789 – Edf. Norcon Empresarial, Mangabeiras, Maceió/AL.O evento tem como objetivo socializar e debater quatro importantes normas de segurança e saúde no trabalho, que quando bem aplicadas, elas se tornam ferramentas contributivas para o trabalho seguro, saudável e decente.Pela manhã, o engenheiro Civil e de Segurança do Trabalho, Fabrício Varejão e o Técnico de Segurança do Trabalho, José Helio Lopes, serão os palestrantes. Fabrício falará sobre a “NR-12: Maquinas e Equipamentos” e José Hélio sobre a “NR-32: Hospitais e Serviços de Saúde”.No período da tarde, o Técnico de Segurança do Trabalho, Augusto Santos e o engenheiro Mecânico e de Segurança do Trabalho, Felipe Duarte, serão os palestrantes. Augusto falará sobre a “NR-33: Detecção de Gases em Espaços Confinados” e Felipe sobre a “NR-35: Linha de Vida e Dispositivos de Ancoragem”.Os interessados deverão enviar nome, CPF, telefone, empresa e função para o e-mail eventos.crpe@fundacentro.gov.br . Para validar a inscrição é necessário doar 2 kg de alimentos não perecíveis e o certificado de participação será enviado através de e-mail.Outras informações podem ser obtidas pelos telefones: (81) 3241-3802 / 3241-3643.
Fonte: http://www.fundacentro.gov.br//noticias/detalhe-da-noticia/2018/5/fundacentro-de-pernambuco-realiza-o-seminario-revisitando-as-normas-regulamentadoras
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Seminário discute saúde do trabalhador e passivo deixado pelo amianto

CEREST Pindamonhangaba - sex, 25/05/2018 - 06:46
No final do ano passado, o Supremo Tribunal Federal – STF decretou a inconstitucionalidade da Lei Federal n° 9055/95, que autorizava o uso controlado do amianto crisotila. Assim o dia 29 de novembro de 2017 ficou marcado pelo banimento da fibra no Brasil, proibindo a extração, industrialização, comercialização e distribuição em todo país.Mas esse não é o fim desta história. Há todo um passivo ambiental a ser considerado e trabalhadores adoecidos ou que podem adoecer a serem acompanhados. “Nós precisamos tornar visível o quão sério é o problema do amianto. Este silêncio epidemiológico que há no país é uma situação vexatória. Temos que identificar as razões dessa invisibilidade”, afirma a engenheira Fernanda Giannasi.Neste sentido, o 2° Seminário Internacional Brasil sem Amianto – Uma abordagem da Saúde do Trabalhador, realizado entre 15 e 18 de maio, em São Paulo/SP, trouxe discussões fundamentais sobre diagnósticos, registros, vigilância e epidemiologia, que devem auxiliar neste processo. Também expôs a situação encontrada em outros países como Austrália, Estados Unidos, Itália e Reino Unido.“Como um dos organizadores do evento, estou saindo extremamente satisfeito. A interdisciplinaridade marcou as discussões. Todos estamos reunidos por acreditar na importância do banimento do amianto”, avalia o médico da Fundacentro, Eduardo Algranti. “É um evento que nos fortalece para enfrentarmos nossa dificuldade. Sem esse trabalho técnico e científico não chegaríamos a lugar nenhum”, completa o presidente da Abrea (Associação Brasileira dos Expostos ao Amianto), Eliezer de Souza.

Passivo ambiental e de adoecimentoO procurador Luciano Leivas, do Ministério Público do Trabalho – MPT, ressaltou a importância de consolidar a decisão do STF, o que depende de muitos recursos, além de considerar o passivo deixado pelo amianto. “Nós vamos ter o princípio do poluidor pagador?”, questiona. O MPT organizou o evento em conjunto com Abrea e Diesat (Departamento Intersindical de Estudos e Pesquisas de Saúde e dos Ambientes de Trabalho). A Fundacentro e outras instituições foram apoiadoras.“Foi essencial a participação do Ministério Público do Trabalho para o banimento do amianto. Sempre éramos barrados pelo poder econômico. Agora temos que construir um caminho de reparação ambiental e à saúde”, avalia o pesquisador da Fiocruz, Hermano Castro. “Quem para de usar amianto tem um passivo grande. A periferia de São Paulo é um emaranhado de telhas de amianto”, alerta o médico do Incor, Ubiratan Santos.A importância da anamnese e do histórico ocupacional do trabalhador foi destacada por vários palestrantes, assim como a realização de exames como a tomografia. Outro aspecto a ser considerado é a subnotificação. “Casos de mesotelioma na Argentina e no México são maiores do que no Brasil, apesar de o amianto ter sido usado 20 vezes mais aqui do que nesses países. Também há a questão do câncer de pulmão. Eventualmente podemos introduzir métodos de rastreamento para alguns grupos e pensar o uso de tomografia de baixa dose”, explica Algranti.O impacto do amianto no adoecimento dos trabalhadores também permeou os debates. Estimativa de 2016 aponta que 8,4% dos cânceres no mundo tem relação com o trabalho. A maior parte é de câncer de pulmão, e o amianto está entre as principais causas. No entanto, foi totalmente banido em apenas 63 países.“O asbesto é uma causa importante de mortalidade no mundo, mas o longo tempo de latência faz com que seja um problema de várias gerações. Precisamos gerar estimativas confiáveis. A lógica das empresas é colocar dúvidas sobre os nossos dados. Está claro que temos uma subestimativa nos países em que há o uso do amianto. É nossa função compartilharmos nossas experiências para que não haja mais vítimas”, defende a professora do Imperial College, do Reino Unido, Sara de Matteis.
AçõesA elaboração de um protocolo brasileiro de diagnóstico de mesotelioma foi um dos temas discutidos durante o Seminário. Essa doença é um câncer originado nas células mesoteliais das membranas serosas do corpo como pleura (que envolve o pulmão), pericárdio (que envolve o coração), peritônio (que recobre as paredes do abdome) e túnica vaginalis do testículo.O objetivo desse documento é fornecer conhecimentos atualizados e uma proposta de padronização dos critérios diagnósticos de mesotelioma maligno de pleura. Pretende-se, assim, reduzir o subdiagnóstico, subsidiar profissionais com ferramentas para sistematizar e padronizar os procedimentos, além de fortalecer a vigilância.A primeira oficina para discussão do protocolo ocorreu na Fundacentro em outubro de 2016. Na ocasião, foi definida a metodologia, com a posterior publicação de consulta pública dos objetivos. Os trabalhos são coordenados por um Comitê Gestor formado pelos médicos pneumologistas Eduardo Algranti, da Fundacentro, Hermano Castro, da Fiocruz, e pela tecnologista do Inca (Instituto Nacional do Câncer), Ubirani Otero.Uma reunião presencial, em agosto de 2017, ocorreu na mesma instituição para treinar os especialistas e criar três grupos de trabalho nos temas: clínica, imagem e patologia do mesotelioma pleural. Cada grupo realizou avaliação de resumos e seleção de artigos, que servirão de bases para o trabalho. Inicialmente foram selecionados 1148 resumos de artigos, dos quais 294 artigos completos foram selecionados para serem lidos e avaliados. O processo de elaboração das diretrizes deverá ser concluído dentro de 12 a 18 meses.“Nosso aprendizado tem sido modulado pelas metodologias do Inca, que são excelentes. Temos que aprender uma metodologia durante o processo. Isso é muito importante para nós”, avalia Algranti. “O Inca e Fundacentro tem trabalhado em conjunto”, completa Otero.Outra ação apresentada durante o evento, que conta com a participação da Fundacentro, é o Projeto Interdisciplinar sobre o Impacto na Saúde da Exposição Ocupacional ao Amianto – Brasil. A professora da Universidade Federal da Bahia – UFBA, Vilma Santana, destacou a realização de uma oficina na instituição em São Paulo como ponto de partida para a elaboração desse projeto, que conta com o financiamento do Ministério Público do Trabalho/MPT, através de recursos oriundos do acordo coletivo do caso Shell-Basf.O objetivo da pesquisa é “estimar a dimensão e intensidade da exposição ocupacional ao asbesto no Brasil, a magnitude e gravidade das enfermidades relacionadas (DRA), qualidade dos registros, em especial, dos diagnósticos e a distribuição espacial da exposição e casos”. “Esperamos começar de fato um trabalho de monitoramento efetivo”, explica Vilma Santana.A ideia é recuperar a história ocupacional de exposição ao asbesto desses trabalhadores. Uma das questões a ser considerada é a de que não existem bases de dados nacionais sobre exposição ao amianto. Já o registro de doenças ocorre nas bases de dados da Previdência Social e do Sinan (Sistema de Informação de Agravos de Notificação), que apesar de universal, tem baixa cobertura. Estima-se, assim, que o sub-registro seja alto e a não identificação por acesso reduzido. Há má distribuição e qualidade dos serviços.Os pesquisadores têm analisado o número de trabalhadores formais de empresas que utilizavam asbestos a partir da Rais (Relação Anual de Informações Sociais), do Ministério do Trabalho. Já foram estimados 50.004 trabalhadores com pelo menos um mês de emprego entre 1992 e 2014. Também estão sendo levantados os casos de doenças relacionadas ao asbestos a partir de bases como Previdência, SIM (Sistema de Informação de Mortalidade), SIH-SUS (Sistema de Informações Hospitalares do Sistema Único de Saúde), Sinan e registros de câncer.
Debates com participação da FundacentroNo dia 16, o médico Eduardo Algranti coordenou mesa sobre carga global relacionada ao amianto e foi um dos palestrantes da mesa que abordou diagnóstico, falando sobre asbestose, uma pneumoconiose que se deve à inalação de fibras de asbestos. “É basicamente ocupacional, pois precisa de alta dose, diferentemente do mesotelioma. Sintomas e sinais não são necessários para o diagnóstico de abestose, quando há, é falta de ar”, explica Algranti.Para se fazer a história ocupacional do paciente, pode-se utilizar questionários estruturados ou matrizes de exposição ocupacional. A tomografia é indicada para detectar esse tipo de adoecimento.Na manhã de 18 de maio, a pesquisadora da Fundacentro da Bahia, Soraya Wingester, participou da mesa “Amianto: vigilância à saúde – Vigilância epidemiológica dos expostos”. Em sua apresentação, focou na vigilância em saúde do trabalhador, que não deve ficar só em termos de dados epidemiológicos.Os objetivos da vigilância são “facilitar o reconhecimento das DRA [Doenças Relacionadas ao Asbestos] e o acesso aos dispositivos de reparação existentes; detectar doenças cancerígenas relacionadas ao asbesto, como parte da prevenção secundária; informar os trabalhadores sobre as possíveis consequências dessa exposição sobre sua saúde; oferecer aos trabalhadores o acompanhamento médico apropriado para ajuda-los a conhecer seu estado de saúde; contribuir para a melhoria do conhecimento epidemiológico sobre a exposição ao amianto e suas consequências na saúde”.Soraya Wingester ainda defendeu a perspectiva pública da vigilância, que não pode estar dissociada de onde as pessoas vivem e de todos os serviços de saúde. “Precisamos efetivar a vigilância do trabalhador no SUS, para isso, precisamos de muito diálogo e de todos os atores integrados.”Ao se pensar a vigilância dos expostos ao amianto, deve-se, entre outras ações, trabalhar conjuntamente com os gestores locais do SUS, implementar campanhas públicas de conscientização, informar os trabalhadores sobre a exposição, realizar monitoramento, treinamento e pesquisa.Não se pode desconsiderar também a perspectiva do privado. Os programas de saúde das empresas devem fazer a vigilância em saúde ocupacional, considerando a exposição e os desfechos adversos na saúde.Já no período da tarde, encerrando o Seminário, os pesquisadores da Fundacentro Cézar Saito, Marco Bussacos e Eduardo Algranti participaram da sessão paralela “Especialistas brasileiros e estrangeiros: cooperação e perspectiva de projetos”. Já Soraya Wingester participou do “Workshop em Vigilância à Saúde dos Expostos ao Amianto”.O evento também contou com a presença de servidoras aposentadas da instituição como a médica pneumologista Elizabete Mendonça e a química Ana Maria Tibiriçá Bon.
Fonte: http://www.fundacentro.gov.br//noticias/detalhe-da-noticia/2018/5/seminario-discute-saude-do-trabalhador-e-passivo-deixado-pelo-amianto
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Curso terá como tema a "Ergonomia construindo o Método de Árvore de Causas"

CEREST Pindamonhangaba - qui, 24/05/2018 - 08:26
Na Fundacentro do Paraná será realizado o curso “A Ergonomia construindo o Método de Árvore de Causas”, que terá como conteúdo programático temas voltados a abordagem da ergonomia; técnicas de entrevista; introdução à Engenharia de Sistemas e o Método de Árvore de Causas.Para a docente, pesquisadora da Fundacentro do Paraná e especialista em Ergonomia, Mey Rose de Mello Pereira Rink transformar o trabalho é a finalidade primeira da ação ergonômica.Para que isso possa ocorrer, é necessário compreendê-lo, de forma a contribuir para a concepção de situações de trabalho que não alterem a saúde dos trabalhadores e, que possibilite a valorização das suas capacidades.Lançando mão das ferramentas utilizadas para a compreensão do trabalho é possível sistematizar os acidentes e doenças relacionados ao trabalho através do Método de Árvore de Causas que é consagrado internacionalmente para este fim, redefinindo os seus conceitos no que se refere à atividade humana, de acordo com os pressupostos da Ergonomia.Com carga horária de 12 horas, o curso será baseado na metodologia utilizada pelo Conservatório Nacional de Artes e Ofícios da França/CNAM, berço da Escola Franco-Belga de Ergonomia.
Local e horárioO curso acontece nos dias 28, 29 e 30 de maio de 2018, das 13h30 às 17h30, na sede da Fundacentro em Curitiba, situada à rua Paula Gomes, 313, São Francisco, Curitiba-PR.A participação no curso ocorrerá mediante a doação, por participante, de 5 quilos de alimentos não perecíveis a serem repassados a uma instituição beneficente.
Informações por telefone: (41) 3313-5200/ 3313-5218.
Fonte: http://renastonline.ensp.fiocruz.br/noticias/curso-tera-tema-ergonomia-construindo-metodo-arvore-causas
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12 de junho: Dia Mundial contra o Trabalho Infantil.

CEREST Regional de Campina Grande - qua, 23/05/2018 - 09:33

No dia 12 de junho nós comemoramos uma data muito importante? É o Dia Mundial contra o Trabalho Infantil. Trata-se de um estímulo para que todas as nações adotem normas e ações sólidas de combate ao trabalho infantil e, por meio delas, desenvolvam políticas para proteção das crianças, inspecionem o trabalho e garantam o acesso à educação. É considerado trabalho infantil aquele feito por pessoas com menos de 18 anos, com exceção de “trabalho do adolescente” ou aprendiz, que é permitido a partir dos 14 anos, desde que se obedeça o que manda a legislação brasileira. A Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), em seus artigos 402 a 441, e o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), nos artigos 60  a 69, estabelecem as condições em que o trabalho dos adolescentes é permitido. É nosso dever combater a escravidão e o tráfico de crianças em escravidão, os trabalhos forçados, a servidão por dívida, a exploração sexual, a pornografia, o recrutamento militar em conflitos armados e outras formas de trabalho que podem oferecer riscos à saúde física e moral das crianças. http://www.turminha.mpf.mp.br
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Curso: "Didática e Oratória para Facilitadores de Aprendizagem em Segurança, Saúde e Meio Ambiente"

CEREST Pindamonhangaba - qua, 23/05/2018 - 08:01
Acontece no período de 22 a 25 de maio de 2018 o curso "Didática e Oratória para Facilitadores de Aprendizagem em Segurança, Saúde e Meio Ambiente", em Brasília (DF), com o objetivo de capacitar os profissionais que atuam na área de segurança, saúde e meio ambiente, para utilização dos princípios de didática e oratória adequados à promoção do ensino-aprendizagem de modo significativo para adultos aprendizes.
Programa: DIDÁTICA: 1- O ensino de adultos: algumas questões iniciais. 2- Preparando-se para o ensino: o planejamento. Que resultados alcançar com o ensino? O que ensinar? O que os aprendizes precisam aprender? Como ensinar? Quais estratégias de ensino empregar? Quais recursos didáticos utilizar? Se houve ensino, houve aprendizagem? 3- Colocando em prática o Plano de Ensino. ORATÓRIA: 1- Antecedentes históricos, filosóficos e conceituais da Comunicação e da Oratória Clássica e Contemporânea, interfaces com a Andragogia. 2- Elementos de Oratória - vocabulário, voz, postura e linguagens verbal e não verbal, autoestima, marketing pessoal, tipos de público e palavras-chave da convivência profissional. 3- Empecilhos: medo de falar em público, timidez, nervosismo e vícios de linguagem. 4- Técnicas de respiração, projeção vocal, dicção, entonação (califasia) e ênfase, uso de microfones e demais recursos audiovisuais de apoio, planejamento de apresentações.
Fonte: http://www.fundacentro.gov.br/cursos-e-eventos/detalhe-do-curso/2018/5/503/didatica-e-oratoria-para-facilitadores-de-aprendizagem-em-seguranca-saude-e-meio-ambiente
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Mesa redonda debate saúde mental e o desmonte do SUS - JCNET - Jornal da Cidade de Bauru

Notícias RENAST - qua, 23/05/2018 - 07:03

Mesa redonda debate saúde mental e o desmonte do SUS
JCNET - Jornal da Cidade de Bauru
O evento conta com parceria do Conselho Regional de Psicologia 6ª região, Universidade de São Paulo, Centro de Referência Saúde do Trabalhador (CEREST) e Fórum Permanente Intersetorial de Saúde Mental e foi realizado no Centro de Referência em ...

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15 anos de Grupo Eco

CEREST Pindamonhangaba - qua, 23/05/2018 - 06:48
No dia 02 de junho de 2018, o Grupo Eco completa quinze anos de existência em Pindamonhangaba. O Grupo de Apoio Psicológico iniciou suas atividades em 2003, no Ambulatório de Apoio Psicossocial (AAPS) e permanece, até hoje, contribuindo para a vida dos trabalhadores.O nome Eco foi pensado a partir da palavra grega "oikos" que significa casa (o lugar onde se habita), pela razão da simplicidade de sua metodologia, que transformou a formalidade do consultório num ambiente familiar agradável, onde a participação de todos acontece de forma espontânea.Idealizado e coordenado  pela psicóloga Márcia Regina da Silva, o Grupo Eco tem como objetivo, combater os transtornos mentais através da reflexão da realidade e sua influência nas reações emocionais. Trata-se de um trabalho preventivo de fundamental importância, pois, o intercâmbio  das experiencias existenciais, o relacionamento interpessoal somados às palestras educativas que direcionam os trabalhos, levam os participantes a dar outro significado à palavra problema. O ganho de auto-estima ajuda as pessoas a enfrentarem melhor as dificuldades, pois elas passam a confiar mais no seu potencial.  
Hoje, após quinze anos de seu início, estes encontros semanais continuam atraindo grande número de pessoas que, após se beneficiarem das salutares reflexões, transformam-se em agentes multiplicadores de saúde mental do trabalhador.As reuniões do Grupo Eco acontecem todas as quintas-feiras, das 9h. às 11h. no Centro de Referência  Regional em Saúde do Trabalhador (CEREST) de Pindamonhangaba, situado à rua Laerte Machado Guimarães 590, bairro São Benedito.   
Márcia Regina da Silva é psicóloga do CEREST e especialista em Saúde Mental e Saúde Coletiva.



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Profissionais da Saúde participam de oficina sobre hanseníase - Surgiu

Notícias RENAST - ter, 22/05/2018 - 22:51

Surgiu

Profissionais da Saúde participam de oficina sobre hanseníase
Surgiu
Profissionais da Saúde em Araguaína participam até sexta-feira de uma capacitação sobre a Hanseníase. Hoje e amanhã, durante todo o dia, no auditório do Cerest, médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem e fisioterapeutas vão receber orientações ...

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Incêndio atinge fábrica de enxovais e confecções em Arealva (SP); um funcionário morreu

CEREST Pindamonhangaba - ter, 22/05/2018 - 14:52
Um incêndio atingiu uma fábrica de enxovais e confecções, que produz principalmente edredons e colchas, em Arealva (SP) na manhã desta segunda-feira (21). Bombeiros encontraram corpo de um trabalhador. Outro funcionário foi socorrido com queimaduras.O funcionário ferido foi encaminhado para o Hospital Estadual de Bauru, mas ainda não há informações sobre o estado de saúde dele.Parte da estrutura onde ficam as máquinas da fábrica caiu e os bombeiros fizeram buscas para localizar a outra vítima. O corpo foi localizado nesta tarde.O estabelecimento fica na Rua Jacinto Ribeiro de Barros, na área central de Arealva, e a fumaça tomou conta da região. Ainda não se sabe o que causou as chamas, mas o caso será investigado.
Fonte: https://g1.globo.com/sp/bauru-marilia/noticia/incendio-atinge-fabrica-de-enxovais-e-confeccoes-em-arealva.ghtml
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Primeira infância é foco de encontro regional - Jornal Boa Vista (liberação de imprensa) (Blogue)

Notícias RENAST - ter, 22/05/2018 - 11:14

Jornal Boa Vista (liberação de imprensa) (Blogue)

Primeira infância é foco de encontro regional
Jornal Boa Vista (liberação de imprensa) (Blogue)
Às 13h, Daniela Carina Michelin, técnica de segurança do trabalho do CEREST do Alto Uruguai, fala sobre “Bem-estar laboral”. Logo após, às 14h, o Me. Daniel da Silva Costa, de Santa Maria (RS), profere a palestra “Transtorno do espectro do autismo: ...

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Organização do trabalho e saúde mental

CEREST Pindamonhangaba - ter, 22/05/2018 - 07:55
Desde que o mundo é mundo, o Homem sempre trabalhou de uma forma ou de outra. Porém a história do trabalho "organizado" passa minimamente por três grandes fases distintas. Os primórdios do trabalho pela e para a sobrevivência condenava o homem a uma carga excessiva na sua jornada, sem nenhuma preocupação  com sua saúde. Em seguida surge a luta da classe trabalhadora por melhores condições de trabalho, marcando a importância da segurança, higiene e prevenção das doenças para manutenção da saúde física. Com as grandes mudanças e as transformações contínuas neste universo laboral, finalmente a história culmina na urgência em se pensar a relação saúde  mental e trabalho.Dejours (1988) questiona a contribuição nociva do trabalho para a saúde mental do trabalhador e ele mesmo responde: a organização do trabalho. Alguns fatores pontuais podem afetar a saúde mental do trabalhador tais como agentes tóxicos, assédios moral ou sexual, assaltos ou outras situações traumáticas. Porém, as políticas de gerenciamento de pessoas e funções moldadas pela cultura organizacional tem se destacado como fatores de sofrimento e adoecimento mental.
Muitas vezes, o despreparo gerencial, a falta de comunicação, as mudanças e imposições arbitrárias dentro do ambiente de trabalho podem gerar quadros psicopatológicos, tais como os transtornos de ajustamentos.Atualmente podemos encontrar nos diversos meios de comunicação, coachs de empresas salientando a diferença entre o líder  e o chefe. Chefia não combina mais com o novo quadro funcional de qualquer empresa. O ser humano evoluiu para assumir o seu pensar e ser. Ele não aceita mais fazer sem entender. Quando esta situação se estabelece, ele descompensa emocionalmente. Um líder tem a função de conduzir um trabalho sabendo que precisa da colaboração de outras pessoas, estimulando-as com situações favoráveis ao investimento afetivo pessoal, com segurança e qualidade de vida. O verdadeiro líder é aquele que motiva o trabalhador a acreditar e desenvolver seu potencial com prazer, bem-estar e saúde.
Márcia Regina da Silva - psicóloga do CEREST Regional de Pindamonhangaba.

Veja Dejours (1988) em: https://www.estantevirtual.com.br/livros/christophe-dejours/a-loucura-do-trabalho/3621902125
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Barreiras mentais impedem a inclusão de pessoas com deficiência no mercado de trabalho

CEREST Pindamonhangaba - seg, 21/05/2018 - 14:23
A observação foi feita pelo especialista Stefan Tromel do Setor de Igualdade de Oportunidades da Organização Internacional do Trabalho (OIT), referindo-se às dificuldades para que ações efetivas promovam a inclusão de pessoas com deficiência no mercado de trabalho.De acordo com o especialista, alguns instrumentos que incluem a pessoa com deficiência no mercado de trabalho, como por exemplo, a Lei de Cotas para o Trabalho de Pessoas com Deficiência, a Agenda 2030 da ONU e a Convenção 159 (promulgada em maio de 1991) foram capazes de mudar a percepção da sociedade para com as pessoas com deficiência, mas ainda persistem as barreiras mentais. “Mais de 60 países possuem sistemas de cotas que ajudam na integração, mas isso não muda necessariamente a mentalidade das empresas”, destacou o especialista.Uma das formas apontadas por Tromel para a mudança de mentalidade social e empresarial seria a realização de campanhas públicas, aprofundamento da temática sobre inclusão no sistema educacional e de saúde e ainda, mais efetividade nas inspeções no trabalho.
A OIT, por meio da ACTRAV (Oficina de Atividades para os Trabalhadores) vem desenvolvendo estudos e ações globais com federações sindicais para um plano de ação global coordenada, mas segundo Tromel, a realização de uma campanha global é muito difícil, em razão dos diversos entendimentos que cada um tem. “Nossa missão na OIT é facilitar o intercâmbio de práticas”, reforçou o especialista.Pautas importantes como ações globais para a inclusão de pessoas com deficiência, iniciativas da OIT junto às empresas, modelos sociais, cultura na América do Sul, educação inclusiva, Lei de Cotas, ação dos sindicatos e outros foram debatidos durante a realização de um encontro por meio de videoconferência coordenado pelo Espaço da Cidadania, na sede da Fundacentro, entre os especialistas da OIT, Faustina Van Aperen do Escritório de Atividades dos Trabalhadores, Nuno Tavares Martins do Departamento de Proteção Social e Stefan Tromel, sindicalistas, convidados do Espaço da Cidadania, professores e representantes do poder público.
Inclusão na América LatinaA inclusão de pessoas com deficiência na América Latina é um tema que vem se consolidando por ações, programas, iniciativas, leis que garantam a obrigatoriedade de reserva de vagas, seja no setor público ou privado.No Brasil, as ações são muito similares às dos demais países da América Latina que englobam a Argentina, Bolívia, Chile, Colômbia, Costa Rica, Equador, El Salvador, Guatemala, Honduras, Nicarágua, Panamá, Paraguai, Peru, Uruguai e Venezuela.De acordo com dados de 2016 da Comissão Econômica para América Latina e Caribe, a América Latina possui uma população de aproximadamente 600 milhões de habitantes, dos quais 70 milhões são pessoas com deficiência.Mas, para o caso do Brasil, o especialista lembra que o maior problema enfrentado para alinhar projetos de inclusão é o alto número de sindicatos existentes que dificulta a convergência de ações.Recentemente, a Argentina sediou o encontro do G-20, tendo como um dos temas abordados, a inclusão de pessoas com deficiência. O Brasil que integra o grupo, incluiu na agenda temas como o financiamento da infraestrutura, o futuro do trabalho (tendo a inserção como pauta levada pelo Ministério do Trabalho), sistema tributário global, mudança climática, integração social, direitos humanos, entre outros.
Educação inclusiva, educação convencionalOs caminhos apontados pelos especialistas da OIT para a inclusão de pessoas com deficiência seria a partir de uma educação inclusiva, preconizada pelas Nações Unidas, em substituição à educação convencional.O Objetivo 4 da Agenda assim destaca: “Assegurar a educação inclusiva e equitativa e de qualidade e promover oportunidades de aprendizagem ao longo da vida para todos”. E continua: “Até 2030, eliminar as disparidades de gênero na educação e garantir a igualdade de acesso a todos os níveis de educação e formação profissional para os mais vulneráveis, incluindo as pessoas com deficiência, povos indígenas e as crianças em situação de vulnerabilidade”.
Cartilha para ampliar a inclusãoO Espaço da Cidadania, em parceria com a Fundacentro e demais entidades vem realizando encontros presenciais, com o objetivo de construir uma cartilha de comunicação com trabalhadores sobre seu papel na inclusão de trabalhadores com deficiência.Ao todo, o Espaço promoveu 5 encontros com a participação da pesquisadora da Fundacentro, Eliane Vainer Loeff da Coordenação de Educação da entidade. O trabalho conta com a participação de cerca de 50 voluntários na elaboração dos temas, revisão de textos e do cartunista capixaba, Ricardo Ferraz, que irá ajudar na criação das ilustrações do documento.Para Carlos Aparicio Clemente, coordenador do Espaço da Cidadania, a importância de se construir uma cartilha sobre a inclusão, reside no fato de que além de ser uma construção coletiva e voluntária, será um material simples, similar a um livro de bolso com informações universais.
Ações do MPTA procuradora do Trabalho, Valdirene Silva de Assis que participou por videoconferência do encontro com representantes da OIT, e uma das responsáveis por acompanhar o preenchimento da cota legal, destacou que já existem propostas legislativas para reduzir o número de pessoas contratadas com deficiência.De acordo com Valdirene, o tema está tendo um retrocesso na medida em que, não só do ponto de vista legislativo há um movimento para acabar com as vagas de deficientes, mas que também alguns sindicatos estão negociando com as empresas para a redução de vagas. “O MPT precisa se articular com outras instituições para combater essa redução, pois não há limites para o trabalho digno”, disse a procuradora.
Fonte: http://www.fundacentro.gov.br/noticias/detalhe-da-noticia/2018/5/barreiras-mentais-impedem-a-inclusao-de-pessoas-com-deficiencia
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Prefeitura promove capacitação em Saúde do Trabalhador - Portal O Dia

Notícias RENAST - sex, 18/05/2018 - 21:49

Portal O Dia

Prefeitura promove capacitação em Saúde do Trabalhador
Portal O Dia
A Prefeitura de Pedro II, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (SMS) e direção do Centro de Referência em Saúde do Trabalhador (CEREST), realizaram capacitação em Atenção Básica em Saúde do Trabalhador para médicos e enfermeiros atuantes ...

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CEREST-CG PARTICIPA DE CAMINHADA EM FAVOR DA LUTA ANTIMANICOMIAL

CEREST Regional de Campina Grande - sex, 18/05/2018 - 12:00

O dia 18 de maio marca, no Brasil, o Dia Nacional da Luta Antimanicomial. Esta data, instaurada em 1987 na cidade de Bauru, durante o Congresso de Trabalhadores de Serviços de Saúde Mental, deu visibilidade ao Movimento da Luta Antimanicomial, adotando o lema "Por uma sociedade sem manicômios". Em Campina Grande a data foi lembrada com uma caminhada em favor da luta antimanicomial, com participação dos usuários dos CAPSs, saindo do Parque do Povo.
O CEREST-CG – Centro de Referência Regional em Saúde do Trabalhador, esteve apoiando a ação, que segundo a coordenadora do órgão, Anna Karla Souto Maior, é de  grande importância levando em consideração o número crescente de doenças psicossomáticas relacionadas ao processo de trabalho.  “Trata-se de um momento para chamar a atenção da sociedade e mostrar a relevância da Reforma Psiquiátrica, que mostra ser possível o tratamento dos pacientes sem a necessidade de internação em clínicas ou manicômios”, afirma. A caminhada foi realizada pela Coordenação da Saúde Mental da Secretária Municipal de Saúde.  Segundo a coordenadora, Elizabeth Ludgério, a luta antimanicomial, comemorada no dia 18 de maio, marca a data onde ocorreu a liberdade e o fechamento dos manicômios, e a criação dos serviços substitutivos, como os CAPS. Um dos objetivos da Reforma Psiquiátrica Brasileira é  propor, não só mudanças no cenário da Atenção à Saúde Mental, mas, principalmente, questionar as relações de estigma e exclusão que social e culturalmente se estabeleceram para as pessoas que vivem e convivem com os “transtornos mentais”.
Texto: Ascom – CEREST-CG
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Evento: "Gestão de segurança e saúde de trabalhadoras gestantes e lactantes em serviços de saúde"

CEREST Pindamonhangaba - sex, 18/05/2018 - 08:03
Objetivo:Discutir a aplicação das recomendações legais (CLT e NR32) e o impacto da Lei 13.287/2016 na gestão da segurança e saúde de trabalhadoras gestantes e lactantes em serviços de saúde, considerando os riscos para a trabalhadora, para o concepto e para o lactente, apontando medidas eficazes de proteção.
Público-alvo:Médicos, Enfermeiros do Trabalho, Técnicos de Segurança do Trabalho; Profissionais de Serviços de Engenharia de Segurança e Medicina do Trabalho (SESMT) privados e públicos; prestadores de serviço em Segurança e Saúde no Trabalho;Gestores de estabelecimentos de serviços de saúde; advogados;auditores fiscais e profissionais da área da saúde.
Data: 22 de maio de 2018 – das 8h30 às 12hLocal: Auditório da FundacentroRua Capote Valente, 710 – Pinheiros – São Paulo – SP
Inscrições através do link: https://goo.gl/forms/hvggG2BOa32IRekE3
Veja folder do evento:
 http://www.fundacentro.gov.br/Arquivos/sis/EventoPortal/AnexoConteudoProgramatico/FOLDER%2022-05.pdf


Fonte: http://www.fundacentro.gov.br/cursos-e-eventos/detalhe-do-evento/2018/5/gestao-de-seguranca-e-saude-de-trabalhadoras-gestantes-e-lactantes-em-servicos-de-saude
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Palestra sobre SST é ministrada na Penitenciária Modulada de Montenegro do Rio Grande do Sul

CEREST Pindamonhangaba - sex, 18/05/2018 - 07:55
Nesta semana, a pesquisadora Maria Muccillo da Fundacentro do Rio Grande do Sul, esteve na Penitenciária Modulada de Montenegro do Rio Grande do Sul para palestrar sobre “Segurança e Saúde no Trabalho”.O objetivo da palestra baseou-se no reconhecimento da importância da Comissão Interna de Segurança e Saúde do Servidor Penitenciário (Cissspen), na obtenção de critérios para desenvolver Plano de Ação com o desencadeamento de melhoria contínua da segurança e saúde no trabalho (SST) para agentes penitenciários.Fazendo parte do Programa de Valorização e Atenção à Saúde Física e Mental dos Servidores Públicos do Estado do Rio Grande do Sul, essa iniciativa vem sendo realizada desde 2013, quando a Fundacentro/RS em parceria com o Serviço Penitenciário do Rio Grande do Sul (Susepe/RS), realiza cursos de segurança e saúde no trabalho (SST).Desde o inicio das discussões, as duas instituições preocupam-se com a saúde e segurança dos profissionais, principalmente nos fatores que desencadeiam estresse no ambiente de trabalho dos presídios de Porto Alegre.
De acordo com a pesquisadora, a apresentação do tema se deu por meio do Plano de Trabalho da Cissspen, que exerce a função de desenvolver ações focadas na prevenção de acidentes e doenças no trabalho.A Fundacentro/RS é responsável por capacitar os membros integrantes das Comissões. “A partir do compromisso assumido pela Susepe/RS, em desenvolver ações de acordo com sua política de SST, convidou e elegeu a Fundacentro/RS como parceira para orientar e desenvolver atividades em benefício dos trabalhadores e trabalhadoras”, informa Muccillo.
Fonte: http://www.fundacentro.gov.br//noticias/detalhe-da-noticia/2018/5/palestra-sobre-sst-e-ministrada-na-penitenciaria-modulada-de-montenegro-do-rio-grande-do-sul
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Fundacentro/MG lança Observatório sobre uso de agrotóxicos

CEREST Pindamonhangaba - sex, 18/05/2018 - 07:53
A Procuradoria Regional do Trabalho da 3ª Região e a Fundacentro/MG promoveram em Belo Horizonte a audiência pública “Agrotóxicos, suicídios e doenças ocupacionais” para discutir o uso desses venenos e seus impactos à saúde humana. Na ocasião, também foi lançada a plataforma digital “Observatório do uso de agrotóxicos em Minas Gerais e da agroecologia”, apresentada pelo chefe da regional, Erico Torres. O evento fez parte das atividades voltadas ao Movimento Abril Verde.A ideia de criação do Observatório surgiu no Seminário Produção Agrícola, Ecossistemas e Saúde do (a) Trabalhador(a), realizado pela Fundacentro/MG em junho do ano passado. O objetivo é articular uma rede de instituições e interessados comprometidos com a proteção do meio ambiente e a saúde dos trabalhadores da agroindústria, possibilitando o acompanhamento do uso de agrotóxicos e seus danos à saúde e ao meio ambiente.No site, é possível acessar notícias, artigos, dossiês, vídeos, apresentações e outros links relacionados com o tema do Observatório. Entre os parceiros, estão Ministério Público do Trabalho-MPT, Instituto Mineiro de Agropecuária – IMA, Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Minas Gerais – Emater-MG, Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais – Epamig, Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Minas Gerais – UFMG, Ministério Público do Estado de Minas Gerais, Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária – Embrapa e Instituto de Ciências Biológicas da UFMG.
Na apresentação, Torres destacou que o Observatório está em fase inicial e aguarda contribuições para a alimentação da página. Já outras instituições presentes na audiência mostraram os resultados de suas pesquisas enfocando os agrotóxicos. Jandira Maciel, da Faculdade de Medicina da UFMG, por exemplo, relatou resultados de sua pesquisa sobre os impactos dos agrotóxicos na saúde do trabalhador e da trabalhadora, quando enfatizou os canceres.Karen Friedrich, da Fiocruz e da Coordenadoria Nacional de Defesa do Meio Ambiente do Trabalho – Codemat, falou sobre o processo de regulação de agrotóxicos no Brasil, que tem sido agravado com o advento dos produtos transgênicos. O representante da Emater, Edmar Gadelha, abordou o Plano Estadual para a redução do uso de agrotóxicos em Minas Gerais, criado pela Lei n° 21.146/14, que tem caráter intersetorial e multidisciplinar.O engenheiro do IMA, Natanael Silva, mostrou a estrutura que o órgão dispõe para acompanhar a questão e aplicar a legislação estadual sobre agrotóxicos em Minas Gerais. O auditor fiscal do Ministério do Trabalho, Marcos Henrique da Silva Junior, também falou sobre o papel de sua instituição e da fiscalização.Já a procuradora do MPT/PR, Margareth de Carvalho, relatou a experiência do Fórum de Agrotóxicos do Paraná e solicitou a implantação do Fórum Mineiro de Agrotóxicos. Por fim, Marilda Magalhães, da Articulação Metropolitana de Agricultura Urbana - Amau, apresentou os benefícios da agroecologia e convidou todos a participarem da IV Encontro Nacional de Agroecologia - ENA, realizado pela Associação Nacional de Agroecologia - ANA, que será promovido em Belo Horizonte, de 31 de maio a 3 de junho de 2018.
Apresentação sobre o Observatório: http://www.fundacentro.gov.br/arquivos/projetos/Observatorio%20MG/CRMG.pdf
Acesse a íntegra da ata da audiência pública:
http://www.fundacentro.gov.br/arquivos/projetos/Observatorio%20MG/ATA%20DE%20AUDI%C3%8ANCIA%20P%C3%9ABLICA%20MP.pdf

Fonte: http://www.fundacentro.gov.br//noticias/detalhe-da-noticia/2018/5/fundacentromg-lanca-observatorio-sobre-uso-de-agrotoxicos
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Atendimento a vítimas de acidentes com material biológico deve ser nas UPAs

CEREST Pindamonhangaba - qui, 17/05/2018 - 15:00
O Centro de Referência Estadual em Saúde do Trabalhador (Cerest) promoveu, nesta quarta-feira (16), um seminário que tratou do primeiro atendimento a vítimas de acidentes com exposição a materiais biológicos. O evento foi realizado na sede do órgão, no Conjunto Santo Eduardo, em Maceió.Participaram do seminário, médicos, enfermeiros e farmacêuticos que atuam nas Unidades de Pronto Atendimento (UPA) de Alagoas. Segundo a supervisora do Cerest, Gardênia Santana, a iniciativa teve como propósito ajustar o atendimento e, com isso, por em prática a descentralização dos atendimentos a vítimas de acidentes com material biológico.“O atendimento a vítimas de acidentes com esses materiais acontece no Hospital Escola Hélvio Alto. No entanto, com a descentralização, os pacientes e profissionais expostos ganham em agilidade, que nesses casos é essencial”, explicou Gardênia Santana.
Durante o seminário foram passadas informações sobre o perfil epidemiológico dos acidentes, dispensação de antirretrovirais, testes rápidos de HIV e hepatites B e C. também foram apresentadas orientações sobre o primeiro atendimento e sobre o novo protocolo de atendimento.A supervisora ressaltou, ainda, que a principal atitude quanto aos acidentes com materiais biológicos é a prevenção. “O cuidado com a manipulação desses materiais é essencial para a prevenção, bem como, o uso de EPIs [Equipamentos de Proteção Individuais] adequados. Em casos de contaminação, o primeiro atendimento deve ser ministrado rapidamente para assegurar a proteção dos profissionais”, reforçou Gardênia Santana.
Fonte: http://aquiacontece.com.br/noticia/alagoas/17/05/2018/atendimento-a-vitimas-de-acidentes-com-material-biologico-deve-ser-nas-upas/130416
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Notícias RENAST - qui, 17/05/2018 - 10:42

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