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Seminário sobre CIPA em PE

CEREST Pindamonhangaba - qua, 20/02/2019 - 13:30
Criada durante o governo do presidente Getúlio Vargas, por meio do Decreto Lei n º 7036 de novembro de 1944, a CIPA, Comissão Interna de Prevenção de Acidentes será tema de evento na Fundacentro em Pernambuco, que ocorrerá no dia 28 de março de 2019, em Recife.Regulamentada pela Consolidação das Leis de Trabalho (CLT) e pela Norma Regulamentadora NR5, a CIPA foi criada com o objetivo de promover um debate acerca dos riscos nos ambientes e processos de trabalho, negociando a implementação das medidas preventivas necessárias.A CIPA, caracterizada como um espaço de interlocução entre trabalhadores e empresa, deve formar os pilares importantes para a prevenção dos acidentes. No entanto, com todas as fragilidades impostas aos trabalhadores no ambiente de trabalho, a comissão vem perdendo o papel de protagonista.O evento tem como objetivos: socializar os principais aspectos sobre a organização e funcionamento da CIPA; debater formas de atuação mais eficazes para a comissão enquanto espaço de diálogo entre trabalhadores e empresa; destacar o papel decisivo dos cipeiros para a melhoria das condições de trabalho; avaliar os aspectos legais e jurídicos envolvidos no tema e fazer um comparativo sobre o dimensionamento e atribuições da CIPA existentes na NR-5, NR-9, NR-18, NR-22, NR-29, NR-30, NR-31, NR-32, NR-33, NR-34, NR-36 e NR-37.As inscrições deverão ser encaminhadas para o e-mail eventos.crpe@fundacentro.gov.br, contendo nome completo, função, empresa, telefone e e-mail individual.Os inscritos deverão levar 1 kit de higiene pessoal (sabonete, pasta e escova dental), donativos estes que serão repassados ao IMIP - Instituto de Medicina Integral Professor Fernando Figueira, entidade filantrópica situada no Recife.
Veja o folder do evento em: http://www.fundacentro.gov.br/arquivos/link/noticias/Folder_Seminario%20Revisitando_20190219124321.pdf

Fonte: http://www.fundacentro.gov.br//noticias/detalhe-da-noticia/2019/2/em-recife-fundacentro-debate-o-protagonismo-da-cipa-em-evento

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PROCURADOR DO MPT SE REÚNE COM GESTORES DA 2ª MACRORREGIÃO PARA DISCUTIR SOBRE MOVIMENTO ABRIL VERDE

CEREST Regional de Campina Grande - qua, 20/02/2019 - 10:35

Gestores de dez municípios da 2ª Macrorregião de Saúde da Paraíba estiveram reunidos na manhã do dia 14, na sede do CEREST-CG -  Centro de Referência Regional em Saúde do Trabalhador de Campina Grande, com o Procurador do Trabalho, Raulino Maracajá e a coordenadora geral da unidade de Saúde do Trabalhador, Anna Karla Souto Maior. A reunião, conforme informou o procurador Raulino, foi de grande relevância, uma vez que foram discutidas propostas de ações a serem realizadas durante o Movimento Abril Verde – 2019, nos respectivos municípios. “O encontro com os gestores serviu para ampliarmos as discussões sobre o Movimento Abril Verde nos municípios da 2ª Macrorregião de Saúde da Paraíba, pertencentes à área de abrangência do CEREST-CG, para que possamos de alguma forma, ampliar a comunicação, o debate e ao mesmo tempo, prestar esclarecimentos sobre a importância da prevenção da saúde e segurança do trabalhador”, disse o Procurador. Segundo Anna Karla, na oportunidade, também foi debatido o Projeto Valorizar Gari, lançado na edição do Movimento Abril Verde do ano passado em nove municípios com população acima de 20 mil habitantes. Este ano o CEREST-CG quer ampliar o projeto a outros municípios com menor número de habitantes, levando em conta o resultado positivo para os trabalhadores da limpeza urbana, considerados uma categoria vulnerável. Os gestores, por sua vez, mostraram-se favoráveis à adesão do Movimento Abril Verde em seus respectivos municípios, inclusive alguns deles afirmaram que já estão se estruturando para realizar as ações no mês de abril, que é dedicado à prevenção de acidentes de trabalho. 

    Ascom – CEREST-CG 15/02/2019        
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Exames em 4 bombeiros de Brumadinho (MG) detectam metais

CEREST Pindamonhangaba - qua, 20/02/2019 - 08:35
Três bombeiros que trabalham em resgate na área atingida pela barragem da Vale em Brumadinho foram diagnosticados com excesso de alumínio no sangue, conforme comunicado do governo de Minas Gerais na noite de terça-feira, 19.  Um quarto agente teve cobre detectado no exame. "Considerando a atividade de busca e salvamento, vem sendo aplicado o protocolo de monitoramento da saúde em todos os profissionais, por meio da dosagem de metais no sangue e urina. Até o momento foram detectados três exames alterados para o parâmetro alumínio no sangue", diz o texto.Segundo o governo, "cabe esclarecer que a alteração nesse parâmetro não significa intoxicação aguda por esse metal e essas pessoas permanecem assintomáticas. E seguindo o protocolo de monitoramento de sua saúde. É esperado que após a interrupção da exposição, os níveis de metal no organismo sejam normalizados".O excesso de alumínio no organismo, segundo estudos recentes, mostra correlação com doenças como Alzheimer e alguns tipos de câncer. Pode haver, ainda, alterações crônicas de problemas intestinais e inchaço abdominal. As operações de hoje contaram com 181 bombeiros, de Minas e outros Estados.
Fonte: https://www.msn.com/pt-br/noticias/brasil/exames-em-4-bombeiros-de-brumadinho-detectam-metais/ar-BBTPUTa?li=AAggXC1&ocid=mailsignout
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Mineradoras têm até agosto para retirar trabalhadores de área de risco de barragens

CEREST Pindamonhangaba - ter, 19/02/2019 - 13:18
Na tentativa de impedir novas tragédias como a de Brumadinho, uma resolução da Agência Nacional de Mineração, publicada nesta segunda-feira (18), proíbe que as mineradoras mantenham ou construam dentro da Zona de Autossalvamento, "qualquer instalação, obra ou serviço, permanente ou temporário, que inclua presença humana, tais como aqueles destinados a finalidades de vivência, de alimentação, de saúde ou de recreação". A Zona de Autossalvamento é a região de até 10 km abaixo das barragens ou que pode ser atingida por eventual inundação em até 30 minutos. No caso de Brumadinho, os funcionários da Vale almoçavam no refeitório, localizado perto da barragem, na hora do acidente e foram cobertos pela lama de rejeitos. O prazo para retirada dessas instalações vence no dia 15 de agosto deste ano. Ainda de acordo com a resolução, fica proibida a utilização do método de construção ou alteamento de barragens de mineração denominado "a montante" em todo o território nacional, até o dia 15 de agosto 2021. Há 84 barragens desta modalidade em funcionamento no país, das quais 43 são classificadas de "alto dano potencial": quando há risco de rompimento com ameaça a vidas e prejuízos econômicos e ambientais.Pela proposta, as mineradoras devem fazer o descomissionamento ou descaracterização das barragens a montante no prazo fixado. Neste período as barragens que estiverem ativas serão monitoradas com freqüência até sua extinção ou adaptação.A resolução ressalta ainda a necessidade de reduzir ao máximo a entrada de água nas barragens de mineração para afastar o efeito liquefação, apontado como a mais provável causa do rompimento em Brumadinho.
HistóricoDos anos de 70 a 90, o modelo “a montante” era a opção. Porém, a agência listou um “histórico de acidentes recentes em barragens de mineração”: Herculano Mineração, Samarco Mineração, Mont Polley (Canadá) e Vale S.A.“Constata-se que este método não pode mais ser tolerado na atualidade, uma vez que crescem os registros de acidentes relacionados a este método construtivo, bem como se observa que várias destas estruturas já ultrapassam algumas dezenas de anos de vida útil, além de terem sido alteadas ao longo dos anos, o que aumentou paulatinamente a carga de rejeitos em suas bacias”, diz a nota.
Fonte: https://www.hojeemdia.com.br/horizontes/mineradoras-t%C3%AAm-at%C3%A9-agosto-para-retirar-trabalhadores-de-%C3%A1rea-de-risco-de-barragens-1.694767
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Acidente de trajeto deixa uma vítima fatal e 18 feridos no DF

CEREST Pindamonhangaba - ter, 19/02/2019 - 13:02
Um acidente envolvendo um ônibus fretado matou uma passageira e deixou outras 18 pessoas feridas na tarde do domingo (17 de fevereiro)), em Planaltina, no Distrito Federal. As vítimas são garis da empresa Sustentare e trabalham para o Serviço de Limpeza Urbana (SLU). Os funcionários voltavam de um plantão em Brasília e seguiam para Planaltina.
Em nota, a Sustentare informou que 23 pessoas estavam no veículo."A empresa lamenta profundamente o ocorrido e está prestando toda a assistência aos funcionários envolvidos no acidente."
O acidenteTestemunhas contaram que o veículo capotou, por volta das 13 horas, e caiu às margens da pista. O acidente foi no km-18 da BR-020, que liga o DF a Goiás. Não há relatos de impacto no trânsito do local.De acordo com a Polícia Rodoviária Federal, ao aproximar de um radar de velocidade, "o motorista freou, e como a pista estava escorregadia, o veículo saiu da pista, caindo na ribanceira".
Leia reportagem completa em: https://g1.globo.com/df/distrito-federal/noticia/2019/02/17/acidente-com-onibus-em-rodovia-do-df-deixa-19-pessoas-feridas-dizem-bombeiros.ghtml
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Escavadeira tomba e mata motorista em Limoeiro do Norte, no Ceará

CEREST Pindamonhangaba - ter, 19/02/2019 - 08:56
Um motorista morreu após a escavadeira que ele conduzia tombar e prensar seu corpo na localidade de São Raimundo, no município de Limoeiro do Norte, na tarde do domingo (17 de fevereiro).De acordo com a Polícia Civil, a vítima, identificada como Francisco Erivaldo da Costa, 33, estava trabalhando na escavação de um terreno quando a máquina tombou e caiu por cima dele, que morreu no local.O caso está sendo investigado pela delegacia de Russas, plantonista da região. Conforme os policiais, foi feita uma perícia no local para apurar as circunstâncias do acidente.
Fonte: https://g1.globo.com/ce/noticia/2019/02/17/escavadeira-tomba-e-mata-motorista-em-limoeiro-do-norte-no-ceara.ghtml
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Trabalho escravo tem relação com informalidade e desemprego

CEREST Pindamonhangaba - sex, 15/02/2019 - 13:31
A condição análoga à de escravo possui forte relação com a informalidade e com o desemprego, avaliou o chefe da Divisão de Fiscalização para Erradicação do Trabalho Escravo (Detrae), o auditor-fiscal do Trabalho Maurício Krepsky Fagundes, após analisar os resultados de um perfil das vítimas de trabalho escravo divulgado no dia 05 de fevereiro de 2019 pela Secretaria Especial da Previdência e Trabalho, órgão vinculado ao Ministério da Economia. “Dentre aqueles resgatados que já tinham um histórico de pelo menos uma admissão em emprego formal, 64% das últimas movimentações do Caged [Cadastro Geral de Empregados e Desempregados] foram demissões por iniciativa do empregador. Isso reflete uma considerável entrada de mão de obra em um sistema de exploração abaixo de patamares mínimos de dignidade, originária do desemprego involuntário. Dentre os trabalhadores estrangeiros resgatados, apenas 2% já tinham sido admitidos em um emprego formal”, disse Fagundes.De acordo com o perfil, dados da fiscalização demonstram que 45% dos trabalhadores maiores de 18 anos resgatados nunca possuíram um emprego formal antes da data do resgate, 57% tiveram nenhuma ou apenas uma admissão no mercado de trabalho formal e 72% obtiveram, no máximo, três admissões registradas no histórico laboral.Em 2018, a fiscalização do governo federal encontrou 1.723 pessoas trabalhando em condições análogas às de escravo, das quais 1.113 foram resgatadas. Ao todo, os infratores pagaram R$ 3,4 milhões em verbas salariais e rescisórias. 
DadosAs informações, que têm como base dados do seguro-desemprego do trabalhador resgatado e do Caged, mostram que 87% dos trabalhadores resgatados eram homens e 13%, mulheres. Quanto à educação, 22% tinham até o 5º ano do ensino fundamental, enquanto 18% possuíam ensino fundamental completo e 11% eram analfabetos. Os dados revelam que 70% dos resgatados eram solteiros. Em termos raciais, 72% se declararam pardos, 14% se afirmaram negros, 12% se declararam brancos, e 1% foram identificados como indígenas. Menos de 1% declarou origem asiática.
NaturalidadeEm relação à naturalidade, os números acompanham a tendência da distribuição por residência: 57% eram naturais do Nordeste, 21% do Sudeste, 9% do Norte, 8% do Centro-Oeste, 2% do Sul e 3% desconheciam o estado onde nasceram. Metade dos resgatados em 2018 nasceu nos estados da Bahia, de Minas Gerais, Alagoas, do Ceará e do Piauí.Quanto à origem, 48% residiam no Nordeste, 28% do Sudeste, 13% do Norte, 10% do Centro-Oeste e 1% na região Sul.Além do pagamento de R$ 3,4 milhões aos resgatados em verbas salarias e rescisórias, em decorrência da interrupção imediata dos contratos de trabalho, houve a emissão de 1.048 guias de seguro-desemprego, que totalizaram R$ 2,5 milhões de benefícios especiais concedido aos trabalhadores vítimas de trabalho escravo.
HistóricoO Grupo Especial de Fiscalização Móvel (GEFM) atua em todo o território nacional desde 1995, quando o governo brasileiro admitiu a existência de trabalho escravo no país e foi iniciada a implementação da política pública de combate ao problema. Desde então, foram mais de 53 mil trabalhadores e trabalhadoras resgatadas dessa condição e mais de R$ 100 milhões recebidos pelas vítimas a título de verbas salariais e rescisórias durante as operações.As ações de combate ao trabalho análogo ao de escravo são coordenadas pela Subsecretaria de Inspeção do Trabalho (SIT) em parceria com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), a Polícia Federal (PF), o Ministério Público do Trabalho (MPT), o Ministério Público Federal (MPF) e a Defensoria Pública da União (DPU).As seções de Inspeção do Trabalho, inseridas no âmbito das Superintendências Regionais do Trabalho (SRTs) e das gerências regionais do Trabalho (GRTs), desenvolvem atividades permanentes de combate ao trabalho escravo. No ano passado, 12 unidades regionais possuíam atividades de fiscalização formalizadas, com metas anuais: Bahia, Goiás, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Pará, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Santa Catarina, São Paulo e Tocantins. As demais unidades regionais atuam no combate ao trabalho escravo por meio de denúncias, que pela gravidade do tema, recebem atendimento prioritário.Os dados consolidados e detalhados das ações de combate ao trabalho escravo desde 1995 estão no Radar do Trabalho Escravo da SIT. As denúncias de trabalho escravo podem ser feitas nas unidades do Ministério da Economia em todo país e também por meio do Disque Direitos Humanos (Disque 100).
Fonte: http://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2019-02/trabalho-escravo-tem-relacao-com-informalidade-e-desemprego
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Ansiedade e depressão: empresas deixam de notificar doença mental

CEREST Pindamonhangaba - sex, 15/02/2019 - 13:07
As doenças de saúde mental estão entre as campeãs de afastamentos do trabalho causados pelo ambiente laboral na avaliação do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) que não são notificados pelos empregadores.Esse descasamento entre o diagnóstico do governo e a atitude das empresas é um dos indícios da grande dificuldade em lidar com o aumento de enfermidades como depressão e ansiedade, ainda que o assunto ocupe espaço crescente na agenda do mundo corporativo.“A saúde mental já é o principal tema tratado nos comitês de saúde das empresas, mas ainda é novo e cercado por dificuldades e tabus”, diz Hélder Valério, gerente de gestão e promoção de saúde da consultoria Mercer Marsh Benefícios.A lei determina que as empresas devem preencher um documento chamado CAT (comunicação de acidente de trabalho) sempre que seus funcionários adoecerem em decorrência da atividade laboral.Em 2016, ano mais recente para o qual há dados disponíveis, 18% das licenças concedidas pelo governo —chamadas auxílio-doença acidentário— para as 200 doenças mais comuns causadas pelo trabalho não tiveram CAT registrada.Nos casos de transtornos afetivos bipolares, episódios depressivos e crises de ansiedade, os percentuais de afastamentos enquadrados nessa categoria, mas não notificados pelos empregadores, foram muito maiores: 83%, 76% e 62%, respectivamente.As três enfermidades estão entre as 15 que mais geraram afastamentos sem preenchimento de CAT, segundo dados da Secretaria da Previdência.“Quando preenche a CAT, o empregador está reconhecendo que foi o causador do problema de saúde e pode ser responsabilizado por qualquer dano”, diz a advogada Letícia Ribeiro, sócia do escritório Trench Rossi Watanabe.Eduardo Koetz, do escritório Koetz Advocacia, ressalta que, quando o INSS determina o afastamento por adoecimento em decorrência do trabalho por mais de 15 dias, o empregado ganha estabilidade de um ano após seu retorno. Para ele, isso leva muitas empresas a tentar fugir da responsabilização pela doença.Nos últimos anos, ocorreram tendências divergentes na atitude das empresas em relação às diferentes enfermidades de fundo psicológico.Em 2007, 44% dos afastamentos por reação ao estresse grave não tiveram CAT registrada. Em 2016, a fatia havia caído para 23%.
Leia matéria completa em: https://www.anamt.org.br/portal/2019/02/12/ansiedade-e-depressao-empresas-deixam-de-notificar-doenca-mental/
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Funcionário morre ao cair em tanque com líquido fervente em indústria de AL... - Veja mais em https://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2019/02/14/funcionario-morre-ao-cair-em-tanque-com-liquido-fervente-em-industria-de-al.htm?cmpid...

CEREST Pindamonhangaba - sex, 15/02/2019 - 07:49
Um operador de caldeira caiu dentro de um tanque com líquido fervente em uma usina de cana-de-açúcar em São Miguel dos Campos (AL) e não resistiu aos ferimentos. Jhonatan da Silva, 31, morreu na manhã desta quinta-feira (14). Ele teve 100% do corpo queimado e estava internado desde ontem na UTI (Unidade de Terapia Intensiva) do HGE (Hospital Geral do Estado), em Maceió.O HGE informou que o paciente deu entrada na unidade hospitalar com queimaduras de primeiro, segundo e terceiro graus por todo o corpo. Ele respirava com ajuda de aparelhos, e o estado de saúde era "gravíssimo". Colegas de trabalho relataram que ficaram desesperados tentando resgatá-lo de dentro da caldeira. Um deles enfrentou a alta temperatura próximo ao equipamento e retirou Silva. O Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) foi acionado, estabilizou a vítima e socorreu para o hospital. O MPT (Ministério Público do Trabalho em Alagoas) informou que está investigando o acidente para descobrir as causas e seus responsáveis, mas não informou o nome da usina em que a vítima trabalhava.
Fonte: https://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2019/02/14/funcionario-morre-ao-cair-em-tanque-com-liquido-fervente-em-industria-de-al.htm
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Projeto regulamenta trabalho insalubre para gestantes e lactantes

CEREST Pindamonhangaba - qui, 14/02/2019 - 14:22
O plenário do Senado aprovou em 18 de novembro de 2018, uma modificação na reforma trabalhista de 2017 para proibir que mulheres grávidas ou lactantes sejam obrigadas a trabalhar em local insalubre. O projeto de lei aprovado será agora analisado pela Câmara dos Deputados. O texto obriga o pagamento, por parte do empregador, do adicional de insalubridade, independentemente de a trabalhadora optar por continuar a exercer as atividades com risco à saúde no emprego.Segundo o projeto de lei do Senado, a mulher gestante ou lactante poderá decidir se trabalhará em locais insalubres de grau leve ou médio. Para isso, elas deverão apresentar atestado emitido por médico do trabalho, com a respectiva autorização. A regra proposta determina que, a priori, elas devem ser afastadas das condições de insalubridade graves. Pela reforma trabalhista de 2017, elas só seriam afastadas mediante atestado médico.A proposta retoma o disposto originalmente na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) para proibir o trabalho insalubre grave, tanto para gestantes quanto para lactantes. Só que, a partir de agora, a mulher poderá decidir se retorna ou mantém as atividades laborais, desde que com aval médico.Pelo projeto, cabe ao contratante pagar um salário maternidade se não for possível que a mulher grávida ou lactante afastada exerça seu trabalho em locais salubres na empresa, quando então a gravidez passará a ser considerada de risco.A imposição de que grávidas e lactantes trabalhassem em locais com riscos à saúde havia gerado uma séria de críticas na reforma trabalhista, inclusive durante as eleições gerais. A reforma determinou que, para o afastamento, seria necessário apresentar um atestado de saúde emitido por médico de confiança da mulher. Uma medida provisória, acordada pelo Palácio do Planalto com os senadores durante a reforma trabalhista, foi editada pelo governo Michel Temer para modificar a regra, mas ela caducou em abril de 2018.
Leia matéria completa em: https://economia.estadao.com.br/noticias/geral,senado-volta-a-proibir-trabalho-insalubre-para-gestantes-e-lactantes,70002651050
Leia também: https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2018/11/projeto-que-regulamenta-trabalho-insalubre-de-gravidas-e-lactantes-avanca-no-senado.shtml
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Ambiente de testes do eSocial estará disponível para eventos de SST a partir de 18 de março

CEREST Pindamonhangaba - qui, 14/02/2019 - 13:48
O ambiente de testes (produção restrita) será aberto para o recebimento de eventos de Segurança e Saúde no Trabalho - SST a partir do dia 18 de março. Compõem os eventos de SST a tabela de ambientes de trabalho, comunicação de acidente de trabalho, monitoramento da saúde do trabalhador, exame toxicológico do motorista profissional, condições ambientais do trabalho - fatores de risco, treinamentos, capacitações, exercícios simulados e outras anotações.De acordo com o cronograma do eSocial, os primeiros obrigados ao envio dos eventos de SST, a partir de julho de 2019, são as grandes empresas (com faturamento superior a R$78 milhões), pertencentes ao Grupo 1.
Fonte: http://portal.esocial.gov.br/noticias/ambiente-de-testes-estara-disponivel-para-eventos-de-sst-a-partir-de-18-03
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17º Congresso Nacional da ANAMT em Brasília

CEREST Pindamonhangaba - qui, 14/02/2019 - 13:06

A Associação Nacional de Medicina do Trabalho (ANAMT) promove, entre os dias 15 e 18 de maio de 2019, o 17º Congresso Nacional da ANAMT, em Brasília (DF).
Frente às diversas mudanças que se apresentam no horizonte da sociedade brasileira e da Medicina do Trabalho, os debates terão como tema os “Valores essenciais frente às transformações do trabalho: hoje e amanhã”.

Faça seu cadastro no site oficial e acompanhe mais informações sobre o evento: http://www.congressoanamt2019.com.br/


Fonte: https://www.anamt.org.br/portal/2018/11/07/17o-congresso-nacional-da-anamt-save-the-date/
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Vigilância em Saúde do Trabalhador na Atenção Básica

CEREST Regional de Marília - qui, 14/02/2019 - 08:21

O diagnóstico situacional é uma das primeiras atividades desenvolvidas no processo de implantação da equipe de saúde em um território e tem como objetivo conhecer o perfil epidemiológico da população, os fatores demográficos, socioeconômicos, ambientais e culturais que podem influenciar na condição de saúde da comunidade. Em razão da constante mudança por que passam as comunidades, ele deve ser atualizado periodicamente. O diagnóstico situacional é realizado pela equipe de saúde a partir dos dados coletados pelos ACS. Ele serve de base para a programação das ações de saúde a serem desenvolvidas, pois permite que a equipe conheça seu território e a população adscrita. Pensando nisso, o Cerest Regional Marília tem realizado reuniões de matriciamento capacitando os profissionais da Atenção Básica para qualificar as ações na perspectiva da Saúde do Trabalhador de modo a garantir a integralidade da atenção.O ACS identifica e mapeia os processos produtivos instalados no território e estabelece relações entre essas atividades e as queixas, demandas e problemas de saúde das famílias. Além disso, por meio das visitas domiciliares, conhece quem são os trabalhadores residentes na área de ocupação de atuação das equipes, suas condições de vida e saúde, bem como as situações de vulnerabilidade e risco a que estão expostos.Pensando que para a programação das ações de saúde direcionadas aos trabalhadores é necessário discutir sobre as relações do trabalho com a saúde e o adoecimento dos trabalhadores, a Terapeuta Ocupacional do CEREST realizou atividade crítico-reflexiva com as agentes comunitárias da ESF Vila Altaneira e ESF Novo Horizonte.

ACS DA ESF NOVO HORIZONTE

ACS DA ESF VILA ALTANEIRA
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Alerta sobre riscos da nanotecnologia para o trabalhador

CEREST Pindamonhangaba - qui, 14/02/2019 - 07:41
Segundo a Organização Internacional do Trabalho (OIT), até 2020 cerca de 20% de todos os produtos manufaturados no mundo serão baseados no uso da nanotecnologia. Se por um lado esse avanço científico trará benefícios à humanidade, como TVs, computadores e celulares cada vez mais modernos, por outro vem deixando pesquisadores da área de saúde e segurança dos trabalhadores em alerta quanto aos riscos dessas novas tecnologias. “Hoje, inclusive, existe um ramo da toxicologia chamado de nanotoxicologia. Esse conhecimento científico tem que chegar aos trabalhadores, porque eles ainda têm pouca informação sobre esses riscos”, explica Arline Sydneia Abel Arcuri, pesquisadora ligada ao Ministério do Trabalho.O uso amplo e diversificado de nanomateriais na indústria dificulta estimativas sobre o número de trabalhadores expostos aos efeitos ambientais e de saúde dessas tecnologias. Ainda há pouco conhecimento sobre os perigos, mas estudos técnicos apontam que estão associados a insumos e produtos intermediários utilizados na indústria, como dióxido de titânio, fulerenos, nanopartículas de ouro, nanopartículas de prata, nanotubos de carbono e polímeros, e a produtos finais, como chips eletrônicos, displays, filtro solar, roupas inteligentes e sensores gustativos, entre outros.Os nanotubos de carbono, por exemplo, são úteis para indústrias de materiais plásticos, nas conduções térmica e elétrica, na construção civil, na produção de carros e aeronaves e até mesmo na medicina. No entanto, alguns tipos de nanotubos de carbono de paredes múltiplas possuem potencial cancerígeno semelhante ao do amianto. “Alguns tipos de nanotubo de carbono são muito tóxicos”, alerta a pesquisadora. Outros nanomateriais, segundo ela, podem ser aspirados pelas narinas e chegar ao cérebro do trabalhador. “São riscos significativos”, diz Arline.
Mudanças  Os avanços tecnológicos também estão por trás de mudanças no mercado de trabalho. Segundo a pesquisadora, estes avanços são responsáveis pelo aumento da mecanização do trabalho e hoje se vê a robotização em várias atividades.Da mesma forma, novos tipos de trabalho, como o estilo Home Office (em casa), também são favorecidos pelas tecnologias modernas, mas podem ter impactos na saúde do trabalhador. “Tanto os trabalhadores quanto as empresas que estão começando a usar novas tecnologias devem se preocupar com o que vai acontecer daqui para a frente”, diz Arline.
Exemplos de nanomateriais: a) Insumos e produtos intermediários: dióxido de titânio, fulerenos, nanopartículas de ouro, nanopartículas de prata, nanotubos de carbono e polímeros nanoestruturados;b) Produtos finais: chips eletrônicos, displays, filtro solar, roupas inteligentes e sensores gustativos.
Fonte: https://www.anamt.org.br/portal/2018/02/26/alerta-sobre-riscos-da-nanotecnologia-para-o-trabalhador/
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Acidente em Brumadinho já é considerado o acidente de trabalho com maior número de óbitos no Brasil

CEREST Pindamonhangaba - qua, 13/02/2019 - 14:58
Em Nota Técnica elaborada por pesquisadores da Fundacentro, quanto ao acidente ocorrido em Brumadinho (MG), em 25 de janeiro, revela que a tragédia ambiental e humana já é considerada também a maior em acidente de trabalho.Os pesquisadores Marco Bussacos, Cézar Akiyoshi Saito e Maria Maeno fazem uma estimativa da proporção de óbitos de pessoas durante a atividade de trabalho, cujos números são discutidos e apresentados por meio de tabelas.
Leia a nota na íntegra acessando o link: http://www.fundacentro.gov.br/arquivos/link/noticias/BRUMADINHO_20190208165148.pdf
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"Saúde do Trabalhador e o mar de lama"

CEREST Pindamonhangaba - qua, 13/02/2019 - 14:42
A expressão “mar de lama", que passou a ser utilizada, para denunciar a corrupção no governo Vargas dos anos ‘50, de lá para cá vem sendo aprimorada. Em todos os sentidos. Como no Brasil, em matéria de política, o que já é ruim sempre pode piorar, o mar de lama passou da metáfora à sua expressão real. Estamos entregues, literalmente, ao mar de lama que desce das barragens de minério mantidas por uma bem sucedida associação: a das empresas irresponsáveis comgovernantes irresponsáveis e parlamentares irresponsáveis, entre outros intermediários irresponsáveis. Bem sucedida associação, que se esclareça, para o aprimoramento dos mares de lama. Em todos os sentidos. A melhor metáfora seria a de dizer que o mar de lama desce das barragens superiores dos oligarcas da política e do poder econômico que despejam em cima de nossas cabeças seu principal produto – a lama –.São tantas as perguntas óbvias que nunca são respondidas, por razões óbvias, que povoam nossa indignação com mais esse crime de Brumadinho/MG. Somos todos tolos os que achávamos que, depois do crime de Mariana/MG, algum tipo de alerta seria ligado. Claro que não, inclusive, já no discurso da campanha presidencial vitoriosa, os sinais de alerta contra as catástrofes ambientais foram justamente ao contrário: afrouxamento de fiscalização ambiental, esvaziamento de órgãos responsáveis, aquecimento global e mudanças climáticas como tramóias marxistas, privatizações (como ocorreu um dia com essa empresa, com o perdão da má palavra, Vale “do extinto Rio Doce”) e, o mais grave, o favorecimento descarado ao capital e às empresas do tipo do agronegócio que, como todos sabem, vêm inundando o país com um mar de lama de agrotóxicos.Os chamados acidentes ampliados que atingem o meio ambiente e os trabalhadores estão, invariavelmente, ligados a  diversos fatores, todos preveníveis. Ao contrário de catástrofes naturais em que o grau de previsibilidade pode atenuar seus danos mas não pode impedir sua ocorrência, os acidentes ampliados decorrentes dos processos de produção, no caso de Mariana e Brumadinho a produção de minério, são todos passíveis e capazes de serem impedidos.
Continue lendo em: https://docs.wixstatic.com/ugd/15557d_846708b009134b7087741c56a063ca82.pdf
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Fundacentro da Bahia debate desigualdades de gênero no trabalho em alusão ao Dia da Mulher

CEREST Pindamonhangaba - qua, 13/02/2019 - 14:30
A Fundacentro na Bahia promoverá um debate sobre as desigualdades de gênero no trabalho, em homenagem ao Dia Internacional da Mulher, celebrado em 8 de março, que será realizado em 11 de março.Com a participação do chefe da Fundacentro, Daniel Martins da Silva Junior, das pesquisadoras, Soraya Wingester Vasconcelos, Ana Soraya, Maria Engracia Chaves, e da presidente do Sindicato dos Auditores Fiscais do Trabalho, Lidiane de Araújo Barros, o evento usará como metodologia, a exibição do filme Revolução em Dagenham de 1968, abordando as mudanças ocorridas na inserção da mulher no ambiente de trabalho.O filme se passa no Reino Unido e conta a trajetória das trabalhadoras empregadas em uma montadora, e chama a atenção para as más condições no ambiente de trabalho, os baixos salários e as desigualdades de gênero.“Quisemos trazer este tema à tona, como forma de mostrar a garra da mulher no ambiente de trabalho”, coloca uma das organizadoras do evento, Soraya Wingester Vasconcelos.A Fundacentro na Bahia estuda, promove e participa de eventos sobre Gênero desde 2003, sob coordenação de Ana Soraya e participação de Maria Engrácia e Anaide Villasboas. Para citar alguns deles mais recentes, a instituição realizou “Gênero, aposentadoria e sintomas depressivos: um estudo com participantes do Estudo Longitudinal de Saúde do Adulto (ELSA-Brasil)”, “Trabalho doméstico, riscos e repercussões sobre a saúde” e participou do “Projeto Promotoras Legais Populares”, que se baseia em ideias de justiça e equidade, sob coordenação de Maria Engrácia, Soraya Wingester e Ana Soraya Bomfim, respectivamente, todos em 2018.O evento será dividido em três momentos: Abertura; Sessão Pipoca com a exibição do filme e Roda de Conversa, das 14h às 17h15.
Local:“Dia Internacional da Mulher – Desigualdades de Gênero no Ambiente de Trabalho” acontece no auditório da Fundacentro na Bahia, situado à rua Alceu Amoroso Lima, 142, Salvador-BA.
Inscrições pelo site: http://www.fundacentro.gov.br/cursos-e-eventos/inscricao-no-evento/874


Fonte: http://www.fundacentro.gov.br//noticias/detalhe-da-noticia/2019/2/fundacentro-da-bahia-debate-desigualdades-de-genero-no-trabalho-em-alusao-ao-dia-da-mulher
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Funcionário de equipe de show morre ao levar choque e cair de uma altura de 6 metros

CEREST Pindamonhangaba - seg, 11/02/2019 - 13:02
O show da dupla sertaneja Henrique e Juliano, que ocorreria na noite deste sábado (09 de janeiro) no Centro Park, em Uberaba (MG), foi cancelado depois que um funcionário da equipe técnica da banda morreu eletrocutado. O incidente ocorreu no momento em que o funcionário fazia ajuste no palco onde ocorreria o show.Segundo informações do Corpo de Bombeiros, o homem ainda caiu de uma altura de 6 metros depois de levar um choque elétrico. A vítima teve uma parada cardíaca, chegou a receber atendimento médico do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e Corpo de Bombeiros, mas não resistiu.O Corpo de Bombeiros informou que o evento tinha alvará e estava de acordo com as normas da corporação. Explicou ainda que um engenheiro assumiu a responsabilidade pela instalação elétrica e mecânica.
Leia matéria completa emhttps://g1.globo.com/mg/triangulo-mineiro/noticia/2019/02/09/show-da-dupla-sertaneja-henrique-e-juliano-e-cancelado-apos-integrante-da-equipe-morrer-em-uberaba.ghtml
Leia também: https://www.bol.uol.com.br/entretenimento/2019/02/09/henrique--juliano-cancela-show-apos-funcionario-morrer-com-choque-eletrico.htm
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Ministério Público do Trabalho cria força-tarefa e estuda bloqueio de bens do Flamengo por incêndio

CEREST Pindamonhangaba - seg, 11/02/2019 - 08:31
O Ministério Público do Trabalho no Rio de Janeiro (MPT-RJ) criou uma força-tarefa para apurar as possíveis causas e consequências do incêndio ocorrido no Centro de Treinamento do Flamengo, no início da manhã desta sexta-feira (8 de janeiro). O órgão estuda a adoção de medidas judiciais destinadas a assegurar às vítimas e suas respectivas famílias a devida indenização pelos danos sofridos. Na questão reparatória, existe a possibilidade de separar parte dos bens do Flamengo para fazer frente às indenizações. Já no aspecto de prevenção, a investigação do incêndio pode levar o MPT-RJ a cobrar do clube a readequação de suas instalações. A apuração das causas partirá do laudo de perícia realizada na manhã desta sexta-feira (08) pela Polícia Civil.Consultada, a corporação não confirmou a causa da tragédia, mas informou que a perícia foi concluída: "A Secretaria de Estado de Polícia Civil (SEPOL) informa que a perícia já foi realizada no local e um inquérito foi aberto na 42ª DP (Recreio dos Bandeirantes) para apurar a responsabilidade. A investigação está em andamento".A força-tarefa será coordenada pela procuradora do MPT-RJ, Danielle Cramer. Ao Globoesporte.com, ela explicou porque o órgão entrou em ação neste caso e quais medidas serão tomadas."A Força-Tarefa foi constituída porque constatamos que existem possíveis pontos do escopo do MPT, partindo do princípio que foi um acidente de trabalho, e que envolveu adolescentes, que o MPT tutela. Entendemos por bem juntar essas duas questões, do adolescente e do trabalho, com procuradores dessas duas áreas. Vamos apurar as causas e as consequências", comentou Danielle Cramer."Vamos atuar por dois caminhos: um de caráter preventivo, para adequar o meio de trabalho para impedir que novos acidentes aconteçam; e de caráter reparatório, para indenizar as vítimas."Os procuradores são integrantes do Núcleo de Defesa do Meio Ambiente de Trabalho e do Núcleo de Combate à Exploração do Trabalho da Criança e do Adolescentes. Mesmo que, por lei, atletas de categorias de base só possam assinar contratos profissionais a partir dos 16 anos, o MPT-RJ considera que os adolescentes envolvidos no incêndio estavam em uma situação de trabalho."O alojamento deveria ser uma exceção. O normal seria o atleta morar com a família. O Ministério Público do Trabalho é o ramo do MP que defende o trabalhador. E nós defendemos esses jovens, que mesmo sem contrato profissional, estavam em uma situação de trabalho, com forma de aprendizagem, com a força de trabalho à disposição do clube", disse.Ação em 2015 sobre condições precárias no Ninho
A Presidência do Tribunal Regional do Trabalho da 1ª Região (TRT/RJ) também se manifestou sobre o incêndio no Ninho do Urubu. O TRT/RJ ressaltou que o Ministério Público já havia ajuizado ação civil pública, em março de 2015, alertando que "as precárias condições oferecidas pelo Clube de Regatas do Flamengo a seus atletas são inferiores até mesmo àquelas ofertadas aos adolescentes que cumprem medida socioeducativa de semiliberdade em unidades do Departamento Geral de Ações Educativas (Degase), o que revela o absurdo da situação".Ainda de acordo com a ação, houve diversas visitas ao Centro de Treinamento em que foram constatados sinais de irregularidades quanto à habitação, além de colchões em condições precárias. Além disso, o documento relatou que vários adolescentes estavam no Ninho sem autorização formal dos pais. 
Fonte: https://globoesporte.globo.com/futebol/times/flamengo/noticia/ministerio-publico-do-trabalho-cria-forca-tarefa-e-estuda-bloqueio-de-bens-do-flamengo-por-incendio-no-ct.ghtml

Entenda o caso:Dez pessoas morreram em um incêndio no Centro de Treinamento do Flamengo (RJ) no início da manhã desta sexta-feira (8 de janeiro). Todas as vítimas foram identificadas: eram atletas da base do time – tinham entre 14 e 16 anos. De acordo com o clube, há três jovens internados, dois deles em situação estável e conscientes; o terceiro está em estado grave. O fogo destruiu parte dos alojamentos do Ninho do Urubu, em Vargem Grande, Zona Oeste do Rio.Continue lendo em: https://g1.globo.com/rj/rio-de-janeiro/noticia/2019/02/08/incendio-deixa-mortos-e-feridos-no-centro-de-treinamento-do-flamengo.ghtml
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