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Concurso UERJ 2018: Saiu o edital com 120 vagas para Técnico ... - Notícias Concursos (Blogue)

Conferências de Saúde do Trabalhador - dom, 02/09/2018 - 14:04

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Concurso UERJ 2018: Saiu o edital com 120 vagas para Técnico ...
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... as intercorrências do cliente; o) Manusear equipamentos hospitalares; p) Realizar atividades de assistência ao trabalhador de enfermagem; q) Realizar as atividades de recepção, conferência, limpeza e esterilização de artigos médicohospitalares na ...

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Unidade da Seara em Três Passos é interditada por falta de segurança e condições de trabalho - Sul21

Conferências de Saúde do Trabalhador - sab, 01/09/2018 - 04:00
Unidade da Seara em Três Passos é interditada por falta de segurança e condições de trabalho  Sul21

Tatiana Melim, do site da CUT. Auditores-fiscais da Superintendência Regional do Trabalho no Rio Grande do Sul (SRTb/RS) interditaram diversas máquinas e ...

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Ministério Público investiga se explosão na Replan provocou danos ambientais em Paulínia (SP)

CEREST Pindamonhangaba - sex, 31/08/2018 - 14:46
Ministério Público abriu um inquérito civil para investigar se a explosão seguida de incêndio na maior refinaria da Petrobras, a Replan, há dez dias, provocou danos ambientais em Paulínia (SP). O procedimento será conduzido pela promotora de Justiça Fernanda Elias de Carvalho Lucci.A assessoria do órgão informou que ela já fez os primeiros pedidos de esclarecimentos para a petrolífera, mas neste momento ela não concederá entrevista sobre o caso.Sobre a abertura da investigação, a Petrobras informou, por nota, que "não tem conhecimento sobre o inquérito aberto pelo Ministerio Público para averiguar questões ambientais em razão do evento ocorrido na Replan no dia 20 de agosto".A produção na refinaria foi retomada parcialmente na quarta (29 de agosto), após a Agência Nacional do Petróleo (ANP) retirar a interdição das áreas não afetadas pelo incidente que terminou sem feridos, e a expectativa da empresa é de que 50% da produção seja viabilizada até a próxima semana.Além das apurações do MP, a ANP abriu um processo administrativo para investigar as causas do incidente, e a Companhia Ambiental do estado (Cetesb) avalia possíveis reflexos, incluindo hipótese de contaminação do Rio Atibaia pela água usada durante rescaldo do incêndio na refinaria. A Prefeitura também anunciou a criação de uma força-tarefa para acompanhar os trabalhos.
De acordo com a Petrobras, a Replan é a refinaria com maior capacidade de processamento de petróleo no país e ocupa área de 9,1 km². A produção gira em torno de 415 mil barris de derivados, destinados ao abastecimento de mercados do interior de São Paulo, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rondônia e Acre, Sul de Minas Gerais e Triângulo Mineiro, Goiás, Tocantins e Brasília.Em nota anterior, a Petrobras defendeu que fez ações para evitar contaminação do manancial que abastece cidades da região."Nenhum óleo atingiu o rio Atibaia. Todo o óleo vazado durante a emergência foi contido dentro da refinaria com uso de barreiras flutuantes e diques de contenção. Também foram colocadas barreiras preventivas em três pontos do rio. Dentro da refinaria, o óleo não queimado foi recolhido e, no combate ao fogo, foi utilizado Líquido Gerador de Espuma (LGE) - material biodegradável e não tóxico. O uso do LGE é autorizado e regulamentado pelo órgão ambiental", diz texto.
FiscalizaçãoNesta semana, o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) confirmou que fará "blitz" sobre as condições de saúde e segurança na refinaria. O sindicato da categoria (Sindipetro) defende que o problema pode ter como uma das origens a sobrecarga de trabalho e, por isso, a Justiça do Trabalho também aguarda esclarecimentos da Petrobras sobre os recursos e instalações.A Petrobras, por outro lado, diz que "reforça seu compromisso com a segurança da sua força de trabalho, suas operações e instalações, adotando padrões da indústria mundial de petróleo", e que fará esclarecimentos para a juíza Veranici Aparecida Ferreira, da 2ª Vara do Trabalho.
ReflexosO impacto financeiro provocado pelo incidente é mantido em sigilo pela Petrobras. A interrupção fez com que ANP autorizasse a empresa a comercializar diesel e gasolina sem seguir as especificações para cor e temperatura, por avaliar que há risco de desabastecimento, e a petrolífera também confirmou que importará diesel e querosene para aviação, mas não revelou quantidades.
Fonte: https://g1.globo.com/sp/campinas-regiao/noticia/2018/08/30/ministerio-publico-investiga-se-explosao-na-replan-provocou-danos-ambientais-em-paulinia.ghtml
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Campanha educativa no Pará reforça a prevenção de acidentes contra o escalpelamento

CEREST Pindamonhangaba - sex, 31/08/2018 - 13:48
Uma campanha educativa coordenada por várias instituições e com a parceria da Fundacentro vem conscientizando a população ribeirinha do estado do Pará sobre a importância da prevenção contra os acidentes de motor das embarcações que levam muitas vítimas mulheres ao escalpelamento.A Fundacentro participa de campanhas realizadas no Porto da Palha, bairro da Condor em Belém/PA distribuindo materiais e conversando com ribeirinhos que se deslocam a Belém/PA por motivos diversos, destacando-se a comercialização de produtos como açaí, farinha e frutas.A coordenação da Comissão Estadual de Enfrentamento dos Acidentes com Escalpelamento é da Secretaria Estadual de Saúde do Pará e as campanhas de prevenção ocorrem nos períodos de grande fluxo de embarcações nos rios, em decorrência de festividades religiosas ou férias. Logo, as campanhas são realizadas antes e durante o Carnaval, verão em julho e a Semana Santa.De acordo com a Tecnologista e Pedagoga da Fundacentro do Pará, Doracy Moraes, o balanço foi positivo por não ter sido registrado nenhum acidente de motor com escalpelamento em julho de 2018, o que possibilitou o envio de materiais, como cartazes e folderes para os 46 municípios com registro de acidente ao longo do tempo.No dia 28 de agosto, data em que se comemora o Dia Nacional de Prevenção de Acidentes contra o  Escalpelamento, a servidora que integra a Comissão, participou de atividade no Espaço Acolher da Fundação Santa Casa de Misericórdia do Pará. A Fundacentro compõe a referida Comissão desde 2008.
As atividades tiveram início com ações em portos e na ilha do Combu com palestras educativas promovidas pela Capitania dos Portos da Amazônia Oriental-CPAOR da Marinha do Brasil e instalações de coberturas de eixos de pequenas embarcações da localidade. “Considero que tenho disseminado informações sobre a importância de prevenir acidentes com escalpelamento e o processo de educação é reconhecidamente indispensável nesta dinâmica social”, coloca Doracy.A Pedagoga, nascida em Portel, Pará, observa que o município onde cresceu ainda possui uma realidade arrasadora no que se refere ao escalpelamento por meio de motor em pequenas embarcações. “Tenho uma aproximação com o tema há bastante tempo e sei que a Fundacentro tem uma contribuição substancial no enfrentamento de tais acidentes: a proteção do eixo das embarcações”, destaca.
Fonte: http://www.fundacentro.gov.br//noticias/detalhe-da-noticia/2018/8/campanha-educativa-reforca-a-prevencao-de-acidentes-contra-o-escalpelamento
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Explosão em fábrica de explosivos deixa mortos e feridos na Rússia

CEREST Pindamonhangaba - sex, 31/08/2018 - 13:32
Três pessoas morreram e outras três ficaram feridas por causa de uma explosão em uma fábrica de explosivos na região de Níjni Novgorod, na Rússia, informaram nesta sexta-feira (31 de agosto) autoridades de saúde do país.
"De acordo com os dados mais recentes, há três mortos e três feridos", disse a fonte, à agência russa de notícias "Interfax".
Além disso, o destino de outros três funcionários da fábrica, que poderiam estar sob os escombros, é desconhecido.
A explosão, segundo os veículos de imprensa locais, aconteceu na fábrica Sverdlov de produção de explosivos, localizada na cidade de Dzerjinsk, seguido por um incêndio.
O fogo afetou uma área de 100 m² e recebeu o terceiro grau de complexidade. A região do acidente foi isolada.
A fábrica de Sverdlov, onde trabalham cerca de 5 mil pessoas, é uma das maiores do setor de fabricação de armas e munições da Rússia.

Fonte: https://g1.globo.com/mundo/noticia/2018/08/31/explosao-em-fabrica-de-explosivos-deixa-mortos-e-feridos-na-russia.ghtml
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Realizado curso sobre “Trabalho doméstico, riscos e repercussões sobre a saúde” na Bahia

CEREST Pindamonhangaba - sex, 31/08/2018 - 08:55
As servidoras da Fundacentro da Bahia, Soraya Wingester Vasconcelos e Ana Soraya Vilasboas encontraram uma forma lúdica de conscientizar trabalhadoras domésticas sobre os riscos no ambiente do trabalho, bem como formas de prevenir esses riscos.Por meio da realização de colagens, roda de conversa, dramatizações e filmes, o curso “Trabalho doméstico, riscos e repercussões sobre a saúde”, teve como objetivo compartilhar conhecimentos sobre riscos, informar sobre as doenças relacionadas ao trabalho doméstico, além de debater temas como o cenário atual do trabalho doméstico e da importância do controle social para as políticas públicas e ações de SST voltadas para essa categoria profissional.Realizado nos meses de julho (25) e agosto (1 e 22) de 2018, o curso foi dividido em três oficinas no período noturno realizadas na Escola Municipal, Deputado Gersino Coelho, Comunidade do Doron, em Salvador. “Nossa intenção com a realização das oficinas foi dar uma abordagem diferente, ligando um módulo ao outro de forma a tornar possível a abordagem do sentido e do aspecto social do trabalho”, comenta Soraya Wingester Vasconcelos, coordenadora do curso.Para compreender os perfis e dificuldades apresentadas pelas trabalhadoras domésticas foi aplicado um questionário semi-estruturado. De acordo com Wingester, as principais queixas apresentadas pelas trabalhadoras domésticas referem-se às questões previdenciárias e trabalhistas, já que muitas não têm carteira de trabalho assinada, e, portanto, não recolhem o INSS. Várias trabalham como diaristas e, também, não recolhem o INSS como autônomas. Cabe ressaltar, que muitas se tornaram domésticas muito cedo, a partir dos 10 anos de idade.Além dos aspectos jurídicos, as trabalhadoras se deparam com riscos no ambiente de trabalho que envolvem Ler/Dort, problemas respiratórios pela exposição a produtos químicos, dermatoses ocupacionais, cansaço físico, depressão por pressão no trabalho, jornada prolongada, horas extras sem remuneração e muitas vezes contaminação por vermes transmitidos por animais domésticos.Construtivismo
Para as organizadoras do curso, a idéia é manter uma linha construtivista, onde o sujeito, o trabalhador é o agente transformador da sua própria realidade.Sentimentos de solidariedade, companheirismo, fortalecimento, coletividade, e o reforço da importância do trabalho na vida do individuo, foram alguns dos recursos explorados pelas organizadoras, a fim de promover a integração, o compartilhamento de experiências e o apontamento dos problemas mais críticos vividos no cotidiano por essas trabalhadoras.Em setembro, nos dias 12 e 13, as pesquisadoras da Fundacentro e demais parceiros darão continuidade ao trabalho realizado com as trabalhadoras domésticas que vivem nas comunidades do entorno do Parque São Bartolomeu, em Salvador - BA.
Um novo olharDe acordo com Soraya Wingester que também integra a Câmara Temática sobre Trabalho Doméstico, da Agenda Bahia do Trabalho Decente, um novo projeto será conduzido junto às trabalhadoras baianas de acarajé, à semelhança do que se tem feito com as trabalhadoras domésticas.Segundo dados da Associação Nacional das Baianas de Acarajé (ABAM), somente neste ano, 2 trabalhadoras morreram com câncer de pulmão e 5 estão com a doença. O câncer de pulmão pode estar associado às substâncias liberadas pelo óleo usado na fritura ou pela queima do gás usado na cocção, ou, ao particulado dos carros pelo tempo de exposição ao ar livre. Apresentam ainda problemas renais e infecções urinárias, já que as baianas do acarajé chegam a ficar até 9 horas sem usar o banheiro, Ler/Dort, na execução de bater a massa do acarajé e outros.A Fundacentro, em parceria com outras entidades fará o mapeamento do risco, do perfil sociodemográfico e de adoecimento dessas trabalhadoras, para então iniciar um projeto de prevenção de riscos e acidentes.No estado da Bahia existem cerca de 6 mil baianas do acarajé, sendo 3.500 em Salvador, denominadas na Classificação Brasileira de Ocupações (CBO), como “baiana de acarajé” e fazem parte do grupo de vendedores ambulantes.
Fonte: http://www.fundacentro.gov.br//noticias/detalhe-da-noticia/2018/8/pesquisadoras-da-fundacentro-da-bahia-abordam-temas-sobre-sst-junto-a-trabalhadoras
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Após acidente com trabalhadores, obra de loja no centro de Piracicaba (SP) é interditada

CEREST Pindamonhangaba - sex, 31/08/2018 - 07:02
A obra de uma loja no Centro de Piracicaba (SP) foi interditada na manhã desta quarta-feira (29) após um acidente de trabalho. Dois homens ficaram soterrados após o desmoronamento de parte da obra na tarde desta terça-feira (28). O Centro de Referência em Saúde do Trabalhador (Cerest) de Piracicaba informou que a execução da obra estava sendo feita de forma irregular e a construção está interditada até que o caso seja apurado.O Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção e do Mobiliário de Piracicaba (Sinticomp), acompanhado do Ministério do Trabalho e do Cerest de Piracicaba, esteve no local na manhã desta quarta. Segundo Milton Costa, presidente do sindicato, a obra, que fica localizada na Rua XV de Novembro com a Benjamin Constant, no centro comercial da cidade, não tem toda a documentação necessária para ser executada.De acordo com Costa, a obra não está cadastrada no Ministério do Trabalho e a empresa responsável, que tem sede em São Paulo (SP), também não possui registro no sindicato. No local, está sendo construída uma loja de dois pavimentos.Ainda de acordo com Costa, a intervenção no terreno está causando risco de desmoronamento da calçada na rua. “A máquina da obra começou a afundar a calçada da Rua Benjamin e pode ser que desmorone. Com a análise, decidimos interditar pelo cunho de risco pra população.”Outros problemas, como fiação elétrica exposta e banheiros irregulares, também foram identificados pelo sindicato no local. O Cerest ainda informou que a escavação do terreno estava sendo feita de forma irregular.
Os órgãos de fiscalização encontraram ainda um alojamento nos fundos da obra, que estava escondido com tapumes e lona. Segundo o sindicato, a suspeita é que os trabalhadores dormiam no local.O sindicato informou que a obra tem sete trabalhadores registrados, porém sem condições de executar o trabalho. Eles foram levados para uma pousada, onde vão ficar até que a empresa providencie um alojamento adequado para os trabalhadores. Segundo o Cerest, a obra está interditada até que as empresas apresentem a documentação necessária para liberar a construção.A Secretaria de Obras de Piracicaba informou que a obra tem alvará emitido para construção no local, e que a fiscalização fica por conta do Ministério do Trabalho, Cerest Piracicaba e do Sindicato da Construção Civil.A Xavier & Travaglia, empresa que fez o projeto de arquitetura da obra, afirmou  que acompanha os trabalhos em campo periodicamente e que o projeto de arquitetura está sendo seguido conforme planejado pela construtora. Ainda segundo a Xavier & Travaglia, os alvarás de construção e de terraplanagem estão em ordem.
AcidenteNa tarde desta terça-feira, parte da obra desmoronou e dois trabalhadores, que são irmãos, ficaram soterrados. Segundo o sindicato, um deles ficou com terra até a cintura e o outro teve praticamente todo o corpo soterrado.O trabalhador que ficou tomado por terra precisou de atendimento médico e foi levado para a Santa Casa. Segundo Costa, ele não corre risco de morte e nesta manhã, estava em observação no hospital.
Fonte: https://g1.globo.com/sp/piracicaba-regiao/noticia/2018/08/29/apos-acidente-com-trabalhadores-obra-de-loja-no-centro-de-piracicaba-e-interditada.ghtml
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Capacitação sobre acidente de trabalho na área da saúde é realizada em Cacoal (RO)

CEREST Pindamonhangaba - qua, 29/08/2018 - 14:39
Servidores da área da saúde, estudantes e gestores de empresas privadas de Cacoal e das cidades da Zona da Mata participaram nesta sexta-feira (24) de uma capacitação sobre as medidas adotadas e a fiscalização do Ministério do Trabalho a respeito a segurança no trabalho em serviços de saúde. O evento que foi realizado em parceria com o Centro de Referência em Saúde do Trabalhador (Cerest) aconteceu no auditório da Facimed, em Cacoal (RO).De acordo com o chefe do Núcleo de Segurança e Saúde do Trabalhador do Ministério do Trabalho em Rondônia, Juscelino Durgo, além de profissionais da saúde, a capacitação foi estendida aos trabalhadores de outras áreas e teve como foco principal a Norma Regulamentadora 32 – NR 32, do Ministério do Trabalho. “Esta norma estabelece as diretrizes básicas para a aplicação das medidas de proteção à segurança e à saúde dos trabalhadores dos serviços de saúde, com objetivo de evitar doenças e acidentes de trabalho”, conta.A área de saúde, segundo Juscelino, é uma das que mais causam acidentes aos trabalhadores. “Infelizmente, pelo número reduzido de auditores fiscais do trabalho, o setor de saúde passou ser uns dos que mais provocam acidentes e doenças de trabalho no país, Rondônia não é diferente. Hoje estamos trabalhando para reverter esse quadro”, explica.Em Cacoal, e nos municípios da Zona da Mata, o Cerest é o responsável por investigar os acidentes ocorridos em ambientes de trabalho e implantar medidas que evitem que o mesmo tipo de acidente se repita. O órgão também oferece assistência aos trabalhadores acidentados e atua para evitar novas ocorrências. “Essa capacitação para os profissionais da saúde é de grande importância, tendo em vista, que esses trabalhadores estão expostos a vários riscos a saúde, como objetos perfurantes e cortantes, e essas informações vão lhes ajudar a trabalhar com mais segurança”, aponta a psicóloga do Cerest, Jéssica Barbosa.

Fonte: http://rondoniadinamica.com/arquivo/capacitacao-sobre-acidente-de-trabalho-na-area-da-saude-e-realizada,31044.shtml
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Capacitação sobre trabalho infantil é realizada na Câmara de Vereadores de Sobradinho (RS)

CEREST Pindamonhangaba - qua, 29/08/2018 - 13:36
Ocorreu na manhã desta terça-feira, 28 de agosto, na Câmara de Vereadores de Sobradinho (RS), uma capacitação sobre trabalho infantil, ministrada pelo Centro de Referência em Saúde do Trabalhador (Cerest/Vales). O evento foi organizado pelas secretarias municipais de Assistência Social, Saúde e Educação, sendo uma das atividades do Plano de Ação para o Enfrentamento do Trabalho Infantil no município.A abertura do evento foi feita pelo secretário municipal de Educação, Ivan Trevisan. Após, houve a apresentação dos integrantes da Comissão de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil, formada por representantes de órgãos governamentais e não governamentais que trabalham direta ou indiretamente com o atendimento e proteção de crianças e adolescentes.Na sequência, a técnica em enfermagem Eva Adriana Baumgardt e a fonoaudióloga Fabiane Zardo Brettas, ambas do Cerest/Vales, coordenaram os trabalhos. Conforme os organizadores do evento, o município de Sobradinho aderiu, em 2017, a uma proposta de apoio técnico, feita pela Organização Internacional do Trabalho (OIT), para a implementação de um plano de ação, com a finalidade de intensificar e aprimorar as ações de prevenção e erradicação do trabalho infantil.
O plano está dividido em cinco eixos de atuação, sendo um eles o de informação e mobilização, que tem como objetivo envolver e sensibilizar a sociedade para a importância do combate ao trabalho infantil.
Fonte: http://www.gaz.com.br/conteudos/centro_serra/2018/08/28/128211-capacitacao_sobre_trabalho_infantil_e_realizada_na_camara_de_vereadores.html.php
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Cerest realiza seminário de saúde do trabalhador na Aciar, em Resende (RJ)

CEREST Pindamonhangaba - qua, 29/08/2018 - 12:30
O salão de eventos da Associação Comercial, Industrial e Agropecuária de Resende (Aciar), recebeu nesta terça-feira, 28, a oitava edição do Seminário de Segurança e Saúde do Trabalhador. O evento gratuito foi promovido pelo Centro de Referência em Saúde do Trabalhador do Médio Paraíba II – Resende (Cerest), tendo como público-alvo os profissionais de psicologia da região com o I Encontro de Profissionais de Psicologia do Médio Paraíba II. Foram realizadas três palestras ao longo do dia, reunindo servidores e profissionais da psicologia demonstrando que a segurança do trabalho também tem vínculo com a atuação dos psicólogos. A abertura do evento foi realizada pela coordenadora do Ceres, Regina Quaresma.Ela destacou a que a valorização dos psicólogos no contexto da saúde do trabalhador pode prevenir as doenças geradas pelo desgaste que afeta a vida dos empregados. A primeira atividade do evento foi a palestra “Como é construída a representação social do trabalho e suas implicações”, ministrada pela pedagoga Flávia Rodrigues da Silva, que é especialista em aprendizagens e membro da Secretaria de Gestão de Pessoas de Brasília (DF). Flávia comentou sobre o desenvolvimento e mudança das relações de trabalho que permitiram um crescimento e diversidade em relação às suas formas. “Em todas as áreas de existe a representação social que criamos do trabalho e o que isso envolve. O trabalho é marcado pela competitividade, como serviço público e serviço privado. A mídia que temos hoje cria a imagem de que um é eficiente e outro não, o que na prática não é verdade, mas essa dualidade já esta posta”, comentou a palestrante.O seminário contou posteriormente com um debate, seguido da palestra “Qualidade de Vida no Trabalho e a Literatura”, com Ângela Alhanati, psicóloga e fonoaudióloga; e Renato Martini, graduado em letras, além de escritor, poeta e pintor. A programação terminou no período da tarde, com a palestra “Qualidade de Vida e Saúde Total”, com a equipe do Cerest, formada por Guilherme Marques, médico ortopedista; Kátia Oliveira, psicóloga e a coordenadora Regina Quaresma.

Fonte: https://avozdacidade.com/cerest-realiza-seminario-de-saude-do-trabalhador-na-aciar-em-resende/
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Médico do trabalho é preso pela PF na Operação Hipócritas em Sorocaba - G1

Conferências de Saúde do Trabalhador - qua, 29/08/2018 - 04:00
Médico do trabalho é preso pela PF na Operação Hipócritas em Sorocaba  G1

Especialista é suspeito de participar de um esquema de fraudes na emissão de laudos. Segundo a polícia, ele também vai responder por porte ilegal de arma.

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Programa pioneiro sobre prevenção da saúde do trabalhador é lançado em João Pessoa

CEREST Regional de Campina Grande - ter, 28/08/2018 - 20:29

A coordenadora geral do CEREST-CG - Centro de Referência Regional em Saúde do Trabalhador de Campina Grande, Anna Karla Souto Maior,  parabenizou o prevencionista Nivaldo Barbosa, por este ter impulsionado a Paraíba na prevenção de acidentes de trabalho, com a exibição do programa sobre saúde e segurança no trabalho em TV aberta.       O programa pioneiro no Brasil foi lançado na tarde de ontem 27, na Câmara Municipal de João Pessoa, com a presença de representantes do Ministério do Trabalho e  Emprego (MTE), Ministério Público do Trabalho (MPT), Fundacentro, CEREST-CG, entre outras entidades envolvidas com a prevenção da saúde do  trabalhador.
Durante o lançamento do programa, os técnicos em segurança do trabalho Nivaldo Barbosa e Laércio Silva. falaram sobre a importância da estreia de um novo programa na TV Câmara de João Pessoa, voltado para saúde e prevenção no trabalho.
Na oportunidade, o vereador Humberto Pontes, autor da proposta junto à Mesa Diretora da CMJP, lembrou ser o mesmo o primeiro programa em TV aberta no Brasil a tratar de saúde e prevenção no trabalho. “Esta Casa já havia sido pioneira com a primeira lei, no Brasil, a tratar de segurança do trabalho, do (então) vereador Bira. Também foi uma iniciativa de Nivaldo Barbosa, que é o idealizador da campanha ‘Abril Verde’”, destacou.
De acordo com Nivaldo Barbosa, o objetivo do programa é passar aos telespectadores, de maneira clara e didática, informações sobre os procedimentos de saúde e segurança do trabalho. “É um programa em que a gente vai informar a todos os trabalhadores a importância de se prevenir sobre saúde e segurança no trabalho”, esclarece o técnico, que também é o presidente do Sindicado dos Técnicos em Segurança do Trabalho do Estado da Paraíba (Sintest-PB).
Texto:Ascom – CEREST-CG



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Evento discutiu o “INSS e os Direitos Sociais”

CEREST Pindamonhangaba - ter, 28/08/2018 - 14:57
O trabalhador Paulo Barros da Silva, contaminado por mercúrio, deu seu depoimento emocionado durante o evento “INSS e os Direitos Sociais”, realizado pela Fundacentro e pela Coordenação Estadual de Saúde do Trabalhador, em São Paulo/SP, no dia 15 de agosto. Sua fala trazia o sofrimento dos trabalhadores que adoecem e precisam passar por perícias médicas para ter acesso ao benefício acidentário, muitas vezes negado ou cancelado.“Sabemos o sofrimento que essa questão traz aos trabalhadores. Precisamos discutir esses critérios, esses direitos, a reabilitação profissional”, afirma a assessora da Diretoria Técnica da Fundacentro, Tereza Ferreira. “Há alterações de procedimentos, sem que os critérios fiquem claros para segurados e para os demais órgãos públicos. A ideia é organizarmos uma rede em defesa dos trabalhadores e da seguridade social”, completa a médica da instituição, Maria Maeno, que coordenou o evento.A questão da Previdência Social já havia sido discutida pela Fundacentro do Paraná, no dia 27 de julho, durante o Painel Saúde do Trabalhador – Um debate Necessário sobre o Contexto Atual da Previdência Social, realizado no auditório do Ministério Público do Trabalho. Da iniciativa, foram gravados depoimentos pelo Sindicato dos Bancários de Curitiba.Um deles foi transmitido na atividade realizada em São Paulo/SP. “Eles olham para você como se você estivesse mentindo. Ainda mais quando você não tem uma doença visível... Não examinam os pacientes como deveriam examinar para ver se tem condição ou não de retornar ao trabalho e simplesmente dão alta”, relata a trabalhadora no vídeo, que teve seu benefício revisto a partir da Operação Pente Fino.A médica da Fundacentro apresentou alguns dados do Ministério do Desenvolvimento Social. De um total de 933.917 perícias feitas, 502.305 benefícios foram cortados, ou seja, 53,78% do total. Dessas perícias, 460.524 tratavam de auxílios doenças, com corte de 363.515 (78,94%). Já as aposentadorias por invalidez foram avaliadas em 473.393 perícias, com corte de 138.790 (29,32%). “A redução de custos é desejável, a partir da prevenção de adoecimentos e incapacidades e não com o desrespeito aos direitos dos trabalhadores”, avalia Maeno.A diretora do Sinsprev (Sindicato dos Servidores e Trabalhadores em Saúde, Previdência e Assistência Social no Estado de São Paulo), Poliana de Campos, destaca que a revisão de benefícios, por meio da Operação Pente Fino, tem retirado direitos dos trabalhadores. “Os trabalhadores não são parasitas. As revisões de benefícios devem ser feitas, mas não dessa forma”, avalia a sindicalista. É preciso que os critérios sejam discutidos com a sociedade.
Poliana explica que atualmente não há mais direito de pedido de reconsideração. O trabalhador precisa esperar 30 dias para agendar uma nova perícia ou entrar com recurso. “O trabalhador fica na mão, contrariando o objetivo da Previdência Social, que é a proteção do trabalhador”.O psicólogo do Cerest Rio Claro (Centro de Referência de Saúde do Trabalhador), José Carlos Duarte, relatou casos de pacientes que estavam aguardando 4 meses uma perícia e, neste período, ficaram sem receber o benefício ou salário, o que traz uma carga emocional muito forte. Em sua avaliação, há falta de peritos e profissionais que atuam na agência de sua região.Duarte também vê a formação de uma rede em torno das questões da Previdência Social de forma positiva. “Fico feliz de termos esse enfrentamento de forma coletiva. Sozinhos, ouvindo o trabalhador e acolhendo de alguma forma, representa pouco para avançar. É preciso um movimento coletivo amplo”.Já a médica do Cerest Campinas, Miriam Silveste, apresentou casos de diferentes trabalhadores – soldador, frentista, motorista e pedreiro, que tiveram seus benefícios cortados. “Nós temos uma faxina na Previdência para enxugar ao máximo para poder privatizar”, critica a médica.“Sempre houve dois projetos em disputa. A legislação diz que o acesso ao benefício pela incapacidade pelo trabalho, mas o modelo hegemônico da Previdência Social é o biomédico, com a visão oniprofissional, para qualquer trabalho. A avaliação da incapacidade no modelo biomédico não está relacionada ao contexto social desse trabalhador. Por isso o nome auxílio doença, que está conectado ao modelo biomédico. O modelo social da incapacidade é um fenômeno de relação”, completa Mara Takahashi.O secretário de Saúde do Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região, Carlos Damarindo, relatou que a categoria sofre com adoecimentos como Ler/Dort (Lesões por Esforço Repetitivo/Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho) e transtornos mentais.“Bancos aplicam metas e não discutem a relação de trabalho. Temos um grande problema que é a organização do trabalho. Trabalhadores são tratados como mercadoria”, afirma Damarindo. “Temos feito atividades contra a forma como as perícias são realizadas na porta do INSS. Adoecer em bancos é proibido. As pessoas acabam sendo demitidas”, alerta.Takahashi ainda falou sobre um programa de reabilitação profissional do INSS junto com o Cerest Piracicaba, que foi realizado por 10 anos, até 2013. Durante todas as apresentações, destacou-se o quanto a reabilitação profissional está sucateada.Já a procuradora geral da República, do Ministério Público Federal, Eugenia Gonzaga, avaliou que a lei previdenciária é arcaica, e a questão da incapacidade precisa ser reinterpretada à luz dos novos tempos. “Hoje o conceito de deficiência é muito amplo. Temos que pensar diferente. Não só pela incapacidade. O trabalho é um direito humano”, afirma.O advogado especialista em Previdência Social, Antonio Rebouças, por fim, levantou a necessidade de lutar pelo resgate da Constituição Federal e pela Previdência Social Pública.
Fonte: http://www.fundacentro.gov.br//noticias/detalhe-da-noticia/2018/8/evento-propoe-rede-em-defesa-dos-trabalhadores-e-da-seguridade-social
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Equipe técnica do CEREST de Pindamonhangaba (SP) participa de Congresso sobre SST

CEREST Pindamonhangaba - ter, 28/08/2018 - 13:12
Márcia Regina (psicóloga) e Samantha
Camargo (Técnica em Segurança
 do Trabalho)
A equipe técnica do Centro de Referência Regional em Saúde do Trabalhador (CEREST) de Pindamonhangaba (SP) está participando do  “II Congresso Espírito-Santense de Segurança e Saúde no Trabalho” que acontece nos dias 28 a 30 de agosto de 2018, em Vitória (ES).O objetivo do evento é promover a troca de experiências e informações nos campos de Segurança e Saúde no Trabalho (SST) entre os empregadores, trabalhadores e instituições públicas, bem como divulgar e debater conhecimentos, práticas e ações produzidas em nível local a partir das experiências advindas do cotidiano em ambientes e processos de trabalho e de pesquisas.


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As silenciosas mortes de brasileiros soterrados em armazéns de grãos

CEREST Pindamonhangaba - ter, 28/08/2018 - 08:12
Os ajudantes Edgar Jardel Fragoso Fernandes, de 30 anos, e João de Oliveira Rosa, de 38, iniciavam o expediente na Cooperativa C. Vale, em São Luiz Gonzaga (RS), quando foram acionados para desentupir um canal de um armazém carregado de soja.Era abril de 2017, quando a colheita da oleaginosa confirmava as previsões de que o Brasil atingiria a maior safra de sua história. Enquanto tentavam desobstruir o duto caminhando sobre os grãos, os dois afundaram nas partículas. Morreram asfixiados em poucos segundos, encobertos por várias toneladas de soja.Acidentes como esse em armazéns agrícolas têm se tornado frequentes conforme o agronegócio brasileiro bate sucessivos recordes – expondo um efeito colateral pouco conhecido da modernização do campo. Um levantamento inédito feito pela BBC News Brasil revela que, desde 2009, ao menos 106 pessoas morreram em silos de grãos no país, a grande maioria por soterramento.Cada vez mais comuns nas paisagens rurais do país, silos são grandes estruturas metálicas usadas para armazenar grãos, evitando que estraguem e permitindo que vendedores ganhem tempo para negociá-los.
Foram contabilizados apenas casos noticiados pela imprensa – o que, segundo especialistas, indica que as ocorrências sejam ainda mais numerosas, pois nem todas as mortes são divulgadas.O ano com mais acidentes fatais foi 2017, quando houve 24 mortes, alta de 140% em relação ao ano anterior. Em 2018, houve 13 ocorrências até julho – sinal de que as mortes devem se manter no mesmo patamar de 2017, considerando-se o histórico de distribuição das ocorrências ao longo do ano.Os Estados que tiveram mais casos são os mesmos que lideram o ranking de produção de grãos: Mato Grosso (28), Paraná (20), Rio Grande do Sul (16) e Goiás (9). Houve mortes em 13 Estados distintos, em todas as regiões do país.Sorriso (MT), o município brasileiro com maior valor de produção agrícola – R$ 3,2 bilhões em 2016, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) – foi também o que registrou mais mortes em silos, empatado com a também mato-grossense Canarana, com sete casos cada.
Trabalhos mais perigosos no Brasil"Os dados são estarrecedores", diz à BBC News Brasil Idelberto Muniz de Almeida, professor de Medicina do Trabalho da Universidade Estadual Paulista (Unesp) em Botucatu.Segundo ele, o levantamento indica que o trabalho em silos está entre as atividades com mais acidentes fatais no país, depois das profissões sujeitas a mortes no trânsito.Não há estatísticas oficiais precisas sobre mortes em armazéns de grãos no Brasil. Quando trabalhadores sofrem acidentes, cabe ao empregador informar a ocorrência ao Ministério da Previdência Social. No formulário de notificações, porém, não há um código para armazéns agrícolas, englobados pela categoria mais abrangente de "depósitos fixos".Segundo o ministério, o setor de armazenagem – que inclui o trabalho em silos de grãos, mas também em vários outros tipos de armazéns – teve 11,13 mortes a cada 100 mil trabalhadores em 2016, último ano com dados disponíveis. O índice deixa o setor entre os 25% campos econômicos mais mortíferos para trabalhadores no Brasil.Em outro sistema de contagem, o Ministério Público do Trabalho – braço do Ministério Público da União – registrou 14 mortes de trabalhadores por asfixia, estrangulamento ou afogamento causados por cereais e derivados entre 2012 e 2017.O levantamento da BBC News Brasil considera todas as mortes por acidente de trabalho em armazéns de alimentos a granel (não empacotados) que foram noticiadas por veículos jornalísticos. Os casos foram pesquisados por meio de sites de busca, em mídias sociais e no YouTube.
Mortes evitáveisO professor Idelberto Almeida afirma que a maioria dos acidentes em silos ocorre quando medidas de prevenção não são adotadas ou não funcionam de forma adequada. "As estratégias para evitar esses acidentes são amplamente conhecidas há pelo menos 15 anos", diz.Segundo o professor, a ocorrência de vários casos em um mesmo Estado ou município indica que "o poder público tem se mostrado impotente" diante do fenômeno.Em geral, soterramentos em silos matam em instantes. O trabalhador é asfixiado ao afundar nos grãos e não consegue subir à superfície, como se fosse sugado por uma areia movediça.Na maioria dos casos, ele é engolido ao caminhar sobre os grãos sem cordas de segurança enquanto tenta movimentar as partículas para desobstruir dutos. Os grãos costumam se aglutinar quando há excesso de umidade, travando o funcionamento do silo.Em outros casos, menos numerosos, o trabalhador é encoberto por uma avalanche de grãos quando paredes do armazém colapsam – pondo em risco até quem está fora da construção – ou quando há grandes deslocamento de partículas dentro da estrutura.Silos podem ainda explodir se tiverem grande quantidade de pó de cereais – material que se transforma em combustível quando em contato com superfícies muito aquecidas ou faíscas. 
Sobrevivente de acidente em siloQuando é envolto pelos grãos, o trabalhador raramente sobrevive.Por isso, quando Anderson Rodrigo Reis começou a afundar em um monte de soja em um silo em Paranapanema (SP), pensou que não escaparia."Gritei: 'pelo amor de Deus, me segura que estou indo para baixo e vou morrer, não estou achando o chão, estou afundando, afundando!'", ele conta à BBC News Brasil.Hoje com 40 anos, Reis trabalhava desde 2014 na Cooperativa Agro Industrial Holambra como ajudante geral.Naquele dia, em julho de 2017, entrou no silo para ajudar a carregar um caminhão. Foi quando um colega, diz, prendeu a perna na pilha de grãos ao empurrar a soja para o canal que abastecia o veículo."Puxei ele, mas senti que a soja estava fofa e era melhor sair. Ajudei ele a tirar a botina e, quando estávamos saindo, afundei de vez."Em alguns segundos, diz o ajudante, os grãos chegaram à cintura. O colega tentava puxá-lo pelos ombros, mas a pressão da soja sobre o corpo impedia que fosse içado.Quando estava só com o pescoço para fora, seu pé tocou a borda de uma estrutura metálica. Foi naquele ponto que o ajudante geral se apoiou por quase cinco horas, até ser resgatado por uma equipe de bombeiros.Ele diz que a pressão da soja o obrigava a respirar "bem devagarinho". "Vai apertando como lata de sardinha; você não sente dor numa parte, sente em tudo."Reis conta que, apesar da gravidade do acidente, a empresa relutou em esvaziar o silo para facilitar o resgate, pois não queria perder dinheiro com o descarte. Mas relata que os bombeiros insistiram e abriram uma fenda na lateral da construção, permitindo que o nível de soja baixasse e ele fosse puxado.O ex-ajudante diz que conhecia os riscos do trabalho em silos e havia sido treinado para a atividade. Ele sabia que, ao caminhar sobre a massa de grãos, trabalhadores deveriam estar presos por cordas a um sistema de ancoragem.Mas afirma que, quando não havia técnicos de segurança no silo, como naquele dia, os supervisores afrouxavam as regras para acelerar os trabalhos. Ele não vestia cinto de segurança quando sofreu o acidente.Desde aquele episódio, Reis nunca mais conseguiu entrar em silos. Ele diz que pediu à empresa para ser transferido a outros setores, mas que, nove meses depois do acidente, foi demitido sem justificativas.Procurada pela BBC News Brasil, a Cooperativa Agro Industrial Holambra não quis comentar o caso.Gases tóxicos em silosBombeiro em Sorriso (MT), um dos dois municípios que registraram mais mortes em silos (7), o tenente Gustavo Souza já atendeu quatro casos de soterramentos em armazéns. Em todos eles, não houve sobreviventes.Ele diz que, em alguns casos, o trabalhador cai nos grãos e é soterrado após passar mal com gases tóxicos produzidos por sua fermentação.Há ainda casos em que as mortes são causadas unicamente pela inalação desses gases – como em ocorrências registradas em Poços de Caldas (MG), Cachoeira do Sul (RS) e Tangará da Serra (MT).No acidente em Tangará, em 2011, a vítima foi justamente um bombeiro que tentava resgatar dois trabalhadores que haviam passado mal com gases tóxicos em um silo com soja. O soldado Valmir Bezerra de Jesus desmaiou durante a operação e passou 17 dias internado antes de morrer. Os dois trabalhadores sobreviveram.As normas de segurança em silos incluem o uso de sistemas de ventilação e de detecção de gases tóxicos. Em situações extremas, trabalhadores só devem entrar nas instalações com máscaras de oxigênio.Souza diz que resgatar trabalhadores nessas condições é uma das atividades mais temidas entre seus colegas. "Se a gente não toma cuidado com nossa própria segurança, também vira vítima."
Acidentes em traders de grãosO levantamento mostra ainda que acidentes fatais ocorreram tanto em armazéns de cooperativas (normalmente geridas por grupos de produtores rurais) e de fazendas individuais quanto em silos de multinacionais que comercializam grãos, conhecidas no setor como traders.Foram registradas mortes em armazéns das gigantes Cargill (4), Bunge (2) e Amaggi (1).Em nota à BBC News Brasil, a Abiove (Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais), que representa as três multinacionais, diz que os silos de todas as propriedades e empresas ligadas à associação estão sujeitos a um rígido controle de segurança, que inclui a identificação de riscos, medidas preventivas e capacitação profissional.Silos que armazenavam milho e soja predominam entre os locais de acidentes fatais, mas também houve mortes em armazéns de arroz, café, açúcar, ração animal e feijão.Em seis casos, os mortos não eram trabalhadores, e sim parentes que os acompanhavam e jamais poderiam ter entrado nos silos.Em 2017, uma mulher morreu soterrada em Alta Floresta (MT) enquanto levava um prato de comida ao marido, que trabalhava ali. Dois anos antes, um menino de 8 anos foi soterrado quando brincava em um silo na fazenda dos avós, em Três Lagoas (MS).Desde 2015, outros dois meninos de 7 anos morreram soterrados em armazéns em Tangará da Serra (MT) e Marechal Cândido Rondon (PR), e uma menina de 9 anos morreu encoberta pela soja em Cerrito (RS).Os acidentes ocorrem em um momento em que o país amplia a quantidade de armazéns agrícolas para acompanhar o aumento na produção.Entre 2000 e 2016, segundo a Conab (Companhia Nacional de Abastecimento), a capacidade de armazenagem de grãos no país cresceu 80%, favorecida em grande medida por linhas de crédito públicas.Apesar do aumento, a companhia diz que a capacidade de armazenamento do Brasil precisaria crescer mais 48% para cobrir toda a produção atual.
Normas de segurança em silosAs recorrentes mortes em silos no Paraná, segundo Estado com mais registros (20), mobilizaram o Ministério Público do Trabalho (MPT) local.No segundo semestre de 2017, o escritório do MPT em Londrina, que atua em 70 municípios, pediu a todas as empresas com silos informações sobre o cumprimento da norma 33 do Ministério do Trabalho, que rege as atividades em ambientes confinados – categoria que inclui o trabalho em armazéns de grãos.A norma contém quase uma centena de orientações para prevenir acidentes nesses espaços, entre as quais proibir o acesso de pessoas não treinadas, testar com frequência os equipamentos de segurança e realizar simulações de salvamento.O procurador do Trabalho Marcelo Adriano da Silva diz à BBC News Brasil que, a partir das informações levantadas, o órgão pedirá às empresas que se adequem à norma ou entrará com uma ação civil pública para cobrá-las na Justiça a seguir as regras.Douglas Nunes Vasconcelos, procurador do Trabalho em Mato Grosso, Estado que lidera o ranking de ocorrências (28), atribui as mortes a falhas na fiscalização por parte do Ministério do Trabalho e Emprego.Ele afirma que os auditores do ministério responsáveis por fiscalizar os silos são insuficientes – e que a carência se agravou com os cortes orçamentários dos últimos anos.Segundo o Sindicato Nacional dos Auditores-Fiscais, o número de profissionais na ativa é o menor dos últimos 20 anos: há hoje 2.305 auditores-fiscais em todo o país, e 1.339 cargos estão vagos.Em Mato Grosso, auditores baseados em Rondonópolis e Cuiabá são responsáveis por fiscalizar uma área tão extensa quanto a Venezuela.O procurador diz ainda que, como o trabalho em silos é sazonal, muitas empresas costumam terceirizar os serviços, recorrendo a trabalhadores temporários e sem treinamento adequado."Tentamos cobrar as empresas, mas nossa perna é curta", afirma. No escritório do MPT em Sinop (MT), onde ele atua, há dois procuradores. A unidade é responsável pelo norte mato-grossense, região com grande produção agropecuária.Procurado pela BBC News Brasil no dia 1° de agosto, o Ministério do Trabalho não quis indicar um representante para uma entrevista sobre as mortes em silos.O órgão disse em nota que o número de empresas fiscalizadas em setores que utilizam armazéns agrícolas (como comércio atacadista de soja, moagem de trigo e beneficiamento de arroz) passou de 35, em 2016, a 713, em 2017. Em 2018, segundo a pasta, já houve 607 empresas inspecionadas.Questionado sobre as críticas do procurador de Mato Grosso, o ministério disse que há hoje 15 silos e armazéns interditados por condições inadequadas naquele Estado.Afirma, porém, que "muitos dos armazéns (em Mato Grosso) estão localizados em zonas rurais (...), o que dificulta a inspeção in loco"."Devido ao tamanho do Estado, é pensado também em outras formas de intervenção para potencializar as adequações, somando-se às inspeção físicas, tais como reuniões com os empregadores, notificação coletiva e ações fiscais indiretas", afirma.Mortes em silos em outros paísesNos Estados Unidos, país com capacidade de armazenamento de grãos quase quatro vezes superior à brasileira, houve 23 mortes por soterramento em silos em 2017, segundo um estudo da Purdue University.Até os anos 1970 e 1980, a maioria de mortes em silos nos EUA ocorria quando as unidades explodiam. Normas federais de segurança adotadas a partir de 1988 reduziram drasticamente essas ocorrências, mas as mortes anuais por soterramento continuaram na casa dos dois dígitos.Naquele país, silos construídos em fazendas, que concentram boa parte dos acidentes, não são obrigados a seguir as normas federais de segurança – regalia atribuída à influência do lobby agrícola na política americana.Na Argentina, outro país com grande produção de grãos, mortes em armazéns também são frequentes. Em 1985, a explosão de um silo na cidade portuária de Bahía Blanca matou 22 pessoas e gerou comoção nacional.Na China, um dos acidentes mais recentes em silos, ocorrido em 2017 na província de Shandong, causou seis mortes – lá, uma avalanche de grãos encobriu os trabalhadores.Trabalhadores responsabilizados pelos acidentesIrmão de Edgar Jardel Fragoso Fernandes, um dos trabalhadores soterrados no silo da C. Vale em São Luiz Gonzaga (RS), em 2017, o comerciante João Teófilo Fragoso Fernandes diz que o cumprimento de normas de segurança teria evitado as mortes.Um laudo de auditores do trabalho após a ocorrência constatou o descumprimento de 27 regras de segurança na ocasião.Entre as falhas citadas estavam a falta de capacitação dos profissionais, jornadas excessivamente longas e a inadequação dos equipamentos de segurança. Segundo o laudo, o silo não tinha qualquer sistema de ancoragem por cordas que impedisse o afundamento dos trabalhadores na massa de soja – item indispensável para a realização da atividade.O documento diz que a cooperativa "culpou apenas os trabalhadores acidentados pela ocorrência, afirmando que eles não usavam cintos de segurança e não seguiram os procedimentos".Os auditores afirmam, porém, "que não teria como haver a utilização de cintos de segurança sem pontos de ancoragem adequadamente projetados e instalados".A cooperativa teve o silo interditado após o acidente. 
Filhos traumatizados pela morteQuinze anos mais velho que o irmão, Fernandes diz que o tratava como um filho. "Eu criei esse rapaz. Somos de família humilde – nosso pai era pedreiro, passamos por muita luta e desde cedo aprendemos a trabalhar."Edgar tinha um casal de gêmeos, hoje com 13 anos, e ajudava a criar os outros dois filhos de sua esposa.O irmão diz que os gêmeos estão traumatizados. "Parece que não caiu a ficha, que ainda não entenderam a realidade de que não têm mais o pai. Chega a correr água dos olhos, parece que o menino está hipnotizado."Fernandes conta que o ajudante "era um guri cheio de planos", entre os quais fazer faculdade e prestar concurso para policial.Não foi o primeiro acidente fatal em silos da C. Vale. Em 2011, outro trabalhador morreu soterrado por grãos de soja em uma unidade da cooperativa em Guarapuava (PR).A C. Vale enviou uma nota à BBC News Brasil dizendo que, nos dois casos, os acidentados eram funcionários terceirizados e haviam passado "pelos devidos treinamentos para trabalho em espaços confinados, com o recebimento de todos os equipamentos de proteção individual necessários ao desempenho das atividades".A cooperativa não respondeu, no entanto, por que tantas falhas de segurança foram detectadas no laudo do Ministério do Trabalho. Diz ter atendido "prontamente a todas as solicitações do agente ministerial, não tendo sido instaurado contra si qualquer procedimento disciplinar até o presente momento".A família está processando a C. Vale. Fernandes diz que, mais do que uma indenização, os parentes querem que o episódio seja esclarecido.O comerciante afirma ter ficado indignado com o argumento da cooperativa de que Edgar foi desleixado no momento do acidente – segundo ele, seu irmão nunca reclamava de trabalhar e estava havia várias semanas sem folga."Meu irmão morreu num domingo às três da tarde. Quantas pessoas estão dispostas a trabalhar num domingo? Isso já diz muito sobre ele."
Fonte: https://www.msn.com/pt-br/noticias/brasil/exclusivo-as-silenciosas-mortes-de-brasileiros-soterrados-em-armaz%C3%A9ns-de-gr%C3%A3os/ar-BBMxQBq?li=AAggV10&ocid=mailsignout
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CONASS Informa n. 175 – Publicada a Portaria SESAI n. 31 que ... - CONASS (liberação de imprensa) (Blogue)

Conferências de Saúde do Trabalhador - dom, 26/08/2018 - 10:33

CONASS Informa n. 175 – Publicada a Portaria SESAI n. 31 que ...
CONASS (liberação de imprensa) (Blogue)
Artigo 1º – Este Regimento tem por finalidade definir as regras de funcionamento para as Etapas Local e Distrital da 6ª Conferência Nacional de Saúde Indígena (CNSI), convocada pela Portaria Ministerial nº 1.730, de 14 de junho de 2018. ... Saúde do ...

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Educador aborda a SST no Distrito Federal

CEREST Pindamonhangaba - sex, 24/08/2018 - 15:11
O educador, Luiz Augusto Damasceno Brasil da Fundacentro do Distrito Federal irá abordar nos dias 26 e 27 de setembro de 2018,  o tema segurança e saúde no trabalho no Distrito Federal, durante a realização do XXVIII Seminário de Promoção da Segurança e Saúde no Trabalho do Distrito Federal.O seminário tem como objetivo disseminar conhecimentos sobre SST, a fim de propiciar a atualização profissional, a melhoria das condições e dos ambientes de trabalho e contribuir para o desenvolvimento da cultura de prevenção de acidentes e doenças decorrentes do trabalho.No dia 26 de setembro, o evento acontece das 13h às 17h30 e no dia 27, das 14h às 17h30, no auditório do Senac, 703/903, Asa Sul – Brasília - DF.A entrada é franca e a inscrição deverá ser efetuada pelo e-mail: crdf@fundacentro.gov.brO XXVIII Seminário conta com o apoio do Senac-DF, CNTI, Sticmb, Sinduscon-DF, Seconci-DF, Grupo Via, Sinait, Cerest-DF, SRTE-DF, Med-Mais, Sintest-DF, Abraest, Abramt, GETRIN-10, CPR-DF, Primeira Linha.
Fonte: http://www.fundacentro.gov.br//noticias/detalhe-da-noticia/2018/8/educador-aborda-a-sst-no-distrito-federal
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Prefeitura de Bertioga (SP) realiza evento sobre segurança e saúde do trabalhador da construção civil

CEREST Pindamonhangaba - sex, 24/08/2018 - 13:38
A Prefeitura de Bertioga (SP) realiza no próximo dia 30 de agosto, o evento “A Importância da Segurança e Saúde do Trabalhador na Construção Civil”, voltado para trabalhadores e profissionais da área. As inscrições, limitadas, estão abertas. A ação é promovida pela Diretoria de Vigilância em Saúde.O evento contará com a participação do engenheiro Fernando José Aguas (CEREST/Cubatão) e de médicos proctologista, infectologista, sanitarista e psiquiatra; além de fisioterapeuta. Durante as atividades, também serão ofertados inúmeros testes rápidos de Hepatite B e C, HIV, Sífilis e Glicemia; além da distribuição de material informativo.
Inscrições: As vagas são limitadas e as inscrições devem ser feitas pelo e-mail visabertioga@gmail.com, pelo telefone (13) 3317-2058, ou pessoalmente, na Rua Jorge Ferreira, nº 60, Centro. É preciso dados pessoais como nome, endereço, telefone, e-mail, área de atuação e instituição/empresa que trabalha.
Fonte: http://www.bertioga.sp.gov.br/noticias/prefeitura-realiza-evento-sobre-seguranca-e-saude-do-trabalhador-da-construcao-civil/
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Falta de manutenção e equipamentos são as principais causas de acidentes de trabalho em Feira de Santana (BA)

CEREST Pindamonhangaba - sex, 24/08/2018 - 08:55
No Brasil cerca de 700 mil pessoas sofrem acidentes de trabalho anualmente, segundo dados da previdência social do Ministério do Trabalho. Em Feira de Santana (BA), a realidade não é tão diferente tanto a nível nacional quanto mundial, segundo a coordenadora do Centro de Referência em Saúde do Trabalhador (Cerest), Verena Pires.“Feira é uma cidade que acolhe muitos trabalhadores, que também cursam com doenças ocupacionais e sofrem acidentes de trabalho e a gente tem que ficar atento para essas situações”, afirmou.De acordo com Verena Pires, as causas mais frequentes de acidentes de trabalho são a falta de manutenção em equipamentos de trabalho e de equipamentos de segurança, tanto de proteção individual quanto coletivo, a exemplo de uma escada que não tem condições de uso, que está deteriorada, ou uma esteira que está quebrada e não houve a manutenção.“A gente percebe que ainda existe uma negligência que leva aos acidentes de trabalho. Uma das coisas que a gente tem para combater é exatamente estar atento sobre as medidas preventivas, sejam medidas individuais, fornecendo equipamentos de proteção individual, mas também orientando os trabalhadores ao manuseio e, caso aconteça algo que não seja corriqueiro, como uma esteira ou máquina que parou, sobre o que ele deve fazer”, esclareceu a coordenadora do Cerest.Ela destacou ainda que o Cerest tem feito o seu papel de vigilância, indo para os ambientes de trabalho, vigiando e identificando o que pode ser potencial, tanto para adoecer o trabalhador quanto para ocasionar o acidente de trabalho. O órgão atende qualquer trabalhador independente do seu vínculo, que pode ser formal ou informal.
“O Cerest atende Feira e mais 27 municípios circunvizinhos. O ideal é que o trabalhador procure o Cerest sempre que tenha iniciado um adoecimento, que tenha como suspeita de causa o trabalho. O trabalhador pode procurar também o Cerest para nos ajudar a identificar algo que esteja inadequado”.Verena Pires explicou também que os direitos de um trabalhador acidentado são diversos, desde a sua estabilidade até indenizações. “Mas antes que ele tenha esses direitos é preciso a gente estabelecer o nexo desse acidente e é uma grande dificuldade notificar, informar e fazer com que determinada empresa admita que aquele acidente foi ocasionado nesse ambiente”.O Cerest de Feira de Santana fica localizado na Avenida Presidente Dutra, ao lado do Hospital Especializado Lopes Rodrigues. O horário de funcionamento é das 8h às 17h. Os trabalhadores também podem entrar em contato com o órgão através do telefone é (75) 3623-7552.
Fonte: https://www.acordacidade.com.br/noticias/198611/falta-de-manutencao-e-equipamentos-sao-as-principais-causas-de-acidentes-de-trabalho-em-feira-de-santana.html
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Violências no trabalho é tema de Atos Públicos que a justiça do trabalho realizará em RO e AC

CEREST Pindamonhangaba - sex, 24/08/2018 - 08:15
A Justiça do Trabalho realizará nos dias 24 e 31 de agosto, nas capitais Porto Velho (RO) e Rio Branco (RO), respectivamente, atos públicos em alusão ao tema “Violências no trabalho: enfrentamento e superação”.A iniciativa faz parte do Programa Trabalho Seguro, coordenado pelo Tribunal Superior do Trabalho (TST) em conjunto com os tribunais regionais do trabalho, e visa discutir as principais violências psicológicas atualmente constatadas no meio laboral, tais como, assédio moral, assédio sexual, discriminação, violência organizacional, prevenção da violência, bullying, estratégias de pacificação no ambiente de trabalho, entre outras.O evento contará com a participação de magistrados, procuradores, servidores, sindicatos, sociedade civil organizada e entidades afins do mundo do trabalho.Em Porto Velho (RO), o Ato acontecerá no auditório da Procuradoria Regional do Trabalho da 14ª Região (MPT), situado na Avenida Presidente Dutra nº 4.055, bairro Olaria, às 8h30min, e em Rio Branco (AC) no auditório do Fórum Trabalhista Dr. Oswaldo de Almeida Moura, situado na Rua Benjamin Constant nº 1121, bairro Centro, às 8h30min. Após o evento na capital rondoniense, será realizado o encerramento do Curso de Multiplicadores em Vigilância em Saúde do Trabalhador promovido pelo Centro de Referência em Saúde do Trabalhador (Cerest).
Fonte: http://www.newsrondonia.com.br/noticias/violencias+no+trabalho+e+tema+de+atos+publicos+que+a+justica+do+trabalho+realizara+em+ro+e+ac/114851
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