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Membros das forças armadas, policiais e bombeiros militares (0)

Abas primárias

Código: 
0
Nível: 
Grande grupo

Informações no sistema

Período: 2.007 a 2.018
Número total de vínculos (RAIS): 8.336.546
Número total de vínculos com afastamento (RAIS): 219.296
Número total de vínculos com afastamento por doença (RAIS): 177,001
Número total de vínculos com afastamento relacionado ao trabalho (RAIS): 4.146

A greve de policiais civis e militares e de bombeiros na Bahia - e uma tentiva frustrada no Rio de Janeiro - parece ser fruto de um processo histórico que vem desgastando a credibilidade desses profissionais junto à população - por meio da formação de uma imagem de ineficácia da sua atuação e de uma atuação corrupta - e também pelo desgaste da crença desses profissionais na possibilidade de obter condições dignas de trabalho, com melhores salários, equipamentos adequados, melhor formação e atenção aos seus problemas de saúde.

volume 18, número 3 da revista  Ciência e Saúde Coletiva trata de um tema que vem sendo explorado há alguns anos pelo Centro Latino-Americano de Estudos de Violência Jorge Carelli (Claves/ENSP): as condições de vida, saúde e trabalho dos profissionais de segurança pública.

Sob a farda, um corpo de carne e osso, sujeito a tiros e outras formas de violência, que adoece e envelhece como qualquer um; sob o capacete, uma cabeça que pensa, sente e, às vezes, pifa. Eis o policial, agente do estado que muitas vezes nos acostumamos a ver como um autômato cumpridor de ordens. É ele o foco do curso do Centro de Estudos da Saúde do Trabalhador e Ecologia Humana que começa na próxima segunda-feira (13/10), na ENSP.

Todos os estados do país começam a receber testes rápidos que deverão ser usados para diagnóstico de coronavírus em profissionais de saúde e segurança pública